ECONOMIA

Com destaque para o agronegócios, PIB do Brasil cresce 1,9% no 1º trimestre

Por Ronaldo Castilho | ronaldo.castilho@jpjornal.com.br
| Tempo de leitura: 2 min
Alessandro Maschio/JP
Agronegócios foi o destaque no primeiro trimestre deste ano
Agronegócios foi o destaque no primeiro trimestre deste ano

O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceu 1,9% no primeiro trimestre de 2023, frente ao trimestre do ano anterior. Os dados foram divulgados ontem (1º), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, tendo o setor do agronegócios como destaque. O PIB é a soma dos bens e serviços finais produzidos no Brasil, chegando na casa dos R$ 2,6 trilhões em valores correntes.

O PIB da agropecuária registrou forte alta de 21,60% no primeiro trimestre de 2023 ante o quarto trimestre, informou o IBGE. Na comparação com o primeiro trimestre de 2022, o PIB apresentou avanço de 18,80%.

O PIB da indústria registrou baixa de 0,10% no primeiro trimestre de 2023 ante o quarto trimestre de 2022, de acordo com o IBGE. Na comparação com o primeiro trimestre de 2022, o PIB da indústria apresentou avanço de 1,90%.

Já o Produto Interno Bruto de serviços registrou alta de 0,60% no primeiro trimestre de 2023 ante o quarto trimestre. Na comparação com o primeiro trimestre de 2022, o PIB apresentou avanço de 2,90%.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2022, o PIB cresceu 4,0%. No acumulado dos quatro trimestres terminados em março de 2023, o PIB registrou elevação de 3,3% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

O resultado foi impulsionado, pelo crescimento de 21,6% da Agropecuária, maior alta para o setor desde o quarto trimestre de 1996.

O consumo das famílias brasileiras registrou alta de 0,20% no primeiro trimestre de 2023 ante o quarto trimestre. Na comparação com o primeiro trimestre de 2022, o consumo das famílias apresentou avanço de 3,50%.

O consumo do governo, por sua vez, subiu 0,30% no primeiro trimestre de 2023 ante o quarto trimestre. Na comparação com o primeiro trimestre de 2022, o consumo do governo teve alta de 1,20%.

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