ECONOMIA

Produto Interno Bruto cresce 2,5% em fevereiro

Por Ronaldo Castilho | ronaldo.castilho@jpjornal.com.br
| Tempo de leitura: 1 min
Freepik
O consumo produtos não duráveis se destaca a contribuição do segmento alimentício, e, o principal os combustíveis
O consumo produtos não duráveis se destaca a contribuição do segmento alimentício, e, o principal os combustíveis

O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 2,5% em fevereiro deste ano, na comparação com janeiro. O dado é do Monitor do PIB, divulgado nesta quarta-feira (3) pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

O consumo das famílias cresceu 4,4% no trimestre móvel findo em fevereiro. Segundo a FGV o resultado se deve ao desempenho positivo do consumo de serviços e do consumo de produtos não duráveis. Como observado em meses anteriores o consumo de serviços se deve entre vários segmentos. O consumo produtos não duráveis se destaca a contribuição do segmento alimentício, e, o principal os combustíveis.

Na comparação do trimestre encerrado em fevereiro deste ano com o trimestre findo em fevereiro de 2021, houve alta de 2,7%, devido a crescimentos no consumo das famílias (4,4%), na formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos (2,4%), na exportação de bens e serviços (0,2%) e nas importações (1,6%).

A importação de bens e serviços cresceu 1,6% no trimestre móvel findo em fevereiro. Os maiores destaques para este resultado se devem às contribuições positivas da importação de serviços e de bens de capital. Apesar disso, nota-se forte desaceleração do crescimento nestes dois segmentos, o que justifica a desaceleração do total das importações.

A exportação de bens e serviços cresceu 0,2% no trimestre móvel findo em fevereiro. A exceção da exportação de bens de capital e de serviços, os demais segmentos apresentaram significativa piora no trimestre móvel findo em fevereiro. Destaca-se a contribuição negativa da exportação de produtos agropecuários e a de bens intermediários

Em termos monetários, estima-se que o acumulado do PIB, no primeiro bimestre de 2023 em valores correntes, tenha sido de R$ 1.828 trilhões.

Comentários

Comentários