Aprovada pela prefeitura para operar o sistema de transporte público coletivo de passageiros em Piracicaba, a empresa Rápido Sumaré atua em várias regiões do Estado de São Paulo. Na cidade de Nova Odessa, ela é responsável pelo transporte urbano, assim como em Vinhedo, Várzea Paulista e são João da Boa Vista. Em Paulínia, na Região de Campinas, a empresa opera o transporte escolar.
De acordo com informações do portal da Rápido Sumaré, a empresa foi fundada em julho de 1992 pela família Bendilatti, na época a proprietária da Viação Ouro Verde, de Americana. Nesse ano, o empresário Francisco Bendilatti e seus dois filhos adquiriram da Viação Rápido Serrano e, com ela, os direitos de operação de uma linha rodoviária entre Sumaré, Hortolândia e São Paulo, quando foi fundada a Rápido Sumaré para operar essa linha. Em dezembro de 2011, a Rápido Sumaré foi adquirida pelo empresário Belarmino da Ascenção.
A Rápido Sumaré teve a habilitação aprovada pela prefeitura conforme consta no Diário Oficial de segunda-feira (17). Mesmo assim, ainda há prazo de cinco dias úteis para apresentação de recursos por parte das outras empresas concorrentes. Caso não haja manifestação, a homologação do contrato deve acontecer nos próximos dias. A Rápido Sumaré foi aprovada após a Comissão Permanente de Abertura e Julgamento de Licitações analisar a tarifa ofertada, no valor de R$ 4,77.
O edital da concessão do sistema de transporte público da cidade prevê a execução dos serviços por cinco anos e o critério de escolha da empresa é a que oferece a menor tarifa. O valor estimado do investimento anual é de R$ 110.807 milhões na data base de junho de 2022.
ENTENDA
Desde maio de 2020, o transporte público da cidade opera em sistema de contrato emergencial com a empresa Tupi, após a Via Ágil desistir da concessão. A empresa de transporte estava contratada desde outubro de 2013, antes mesmo da conclusão do processo de licitação, que na época se arrastou na Justiça desde 2010. O valor do contrato firmado na naquele período era de R$ 1,47 bilhão e 25 anos de vigência. O último contrato emergencial com a Tupi havia sido assinado em novembro de 2022, com validade de seis meses pelo valor de R$ 66,8 milhões.