O agronegócio brasileiro alcançou US$ 9,9 bilhões (R$ 52,36 bilhões) em exportações em fevereiro. O índice de quantum teve redução de cerca de 12%, enquanto o índice de preço das exportações avançou cerca de 7%. A carne de frango teve recorde para os meses de fevereiro, com registro de 372 mil toneladas e US$ 726 milhões (R$ 3.839,45 milhões).
Os principais compradores do frango brasileiro foram a China, a Arábia Saudita, o Japão e os Emirados Árabes Unidos. Na avaliação dos analistas da SCRI/Mapa, o Brasil consegue obter recordes nos embarques desta proteína por não ter registro de casos de gripe aviária, diante do cenário mundial.
Além do frango, as culturas do milho, celulose, farelo e óleo de soja também tiveram destaque nas exportações no segundo mês do ano. No acumulado do ano, as exportações brasileiras do agronegócio alcançaram recorde para o primeiro bimestre: US$ 20,1 bilhões.
A carne bovina, por sua vez, teve desempenho desfavorável por conta de elementos como a redução internacional do preço e diminuição do volume exportado. Recentemente, as exportações para a China foram temporariamente suspensas por conta do caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (mal da '‘vaca louca’') comunicado à OMSA (Organização Mundial de Saúde Animal) no dia 22 de fevereiro.
A carne de frango é a segunda proteína mais consumida no Brasil (94%), atrás apenas do ovo (96%), e à frente das carnes suína (80%), bovina (79%) e de peixe (65%), de acordo com um levantamento encomendada pela ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) ao CEAP (Centro de Assessoria e Pesquisa de Mercado). Segundo a pesquisa, 98,5% dos lares consomem algum tipo de proteína animal.
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