A Polícia Militar anunciou a criação de uma nova função para o aplicativo “190 SP”, que pode ser baixado em celulares com os sistemas Android e IOS. A facilidade agora tem a opção “Segurança Escolar”, que dá atendimento prioritário às ocorrências em escolas, proporcionando prioridade no atendimento às instituições de ensino.
A nova funcionalidade pode ser acionada de qualquer cidade do Estado e o chamado vai ser imediatamente direcionado às equipes mais próximas do local, sem precisar passar pela etapa do atendimento telefônico por meio do 190.
Os profissionais devem baixar o APP em seus próprios celulares, por meio das lojas de aplicativos, e se cadastrar, com o CPF e uma senha escolhida. Caso ocorra algum incidente, além da Polícia Militar, o Samu também será descolado até a escola.
O botão "Segurança Escolar" – que faz parte do pacote de medidas anunciados pelo Governo do Estado para combater a onda de ataques a escolas - é inspirado no aplicativo SOS Mulher, que também dá prioridade no atendimento à mulher em caso de emergência.
A nova função do aplicativo 190 SP também possibilitará que estudantes denunciem atitudes suspeitas em sala de aula e fora dela, anexando prints de redes sociais suspeitas, de maneira anônima.
A Tenente Coronel Silvia Andreia Mantoani, comandante do 10 BPMI, que atende Piracicaba e a mais 10 municípios da região, informou nesta quarta-feira (12) que a PM vem checando todas as denúncias e que, felizmente, até o momento não há nada de verdade sobre possíveis ataques às escolas.
“As rondas continuam intensificadas no entorno da escola. E os diretores estão sendo orientados a respeito de medidas preventivas”, declarou. “Então, não por que não levar os filhos na escola; não há o que temer neste momento”, complementou a Tenente Coronel.
Os representantes da rede social Twitter recuaram do discurso de liberdade de expressão irrestrita e deram início à remoção de conteúdos extremistas denunciados pelo Ministério da Justiça no âmbito da Operação Escola Segura, que investiga organizações criminosas e grupos responsáveis pelo estímulo a atentados a escolas.
A Secretaria de Direitos Digitais do Ministério identificou ao menos 100 conteúdos denunciados e já deu início à remoção dos conteúdos. A assessora especial da Pasta, a advogada Estela Aranha, disse que o Twitter deu início à remoção dos conteúdos. "Estamos checando, mas, de modo geral, (o Twitter) está atendendo e nos disponibilizou um canal especial em caso de alguma falha pontual ou urgência", afirmou Estela.
Clique para receber as principais notícias da cidade pelo WhatsApp.