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Professor suspeito de pornografia infantil é demitido

Por Da Redação | Jornal de Piracicaba
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação
Material apreendido pela polícia
Material apreendido pela polícia

O professor que foi preso na última sexta-feira (17) com pornografia infantil em uma escola de Piracicaba foi demitido da escola no qual lecionava. A confirmação foi confirmada pela Secretaria de Educação de São Paulo (Seduc), que afirmou que "repudia as ações citadas e imediatamente extinguiu o contrato com o professor”. 

Segundo nota da Seduc, “não havia estudantes na unidade no momento da ação policial". A Pasta, por meio da Diretoria de Ensino de Piracicaba, informou em nota que "está à disposição para colaborar com as investigações".

O suspeito, um homem de 45 anos, foi preso em flagrante após a namorada dele fazer uma denúncia. Ela teria encontrado o material de pornografia infantil enquanto mexia no computador dele. 

Segundo o boletim de ocorrências, o suspeito foi encontrado usando drogas no banheiro de uma escola estadual de Piracicaba. Foram apreendidos um computador, um celular, anfetamina, maconha, um isqueiro e um cachimbo. Ele foi liberado após pagar fiança. 

De acordo com o delegado do caso, Demetrios Gondim Coelho, o suspeito foi liberado porque não foi encontrada uma grande quantidade de material no computador dele e, também não houve o compartilhamento das imagens, o que tornaria o crime inafiançável. Ainda segundo o delegado, o valor pago pela fiança foi de um salário mínimo. Agora, ele vai responder a acusação em liberdade.

O delegado ressaltou que nenhum aluno da escola foi identificado nos vídeos apreendidos. "Os poucos vídeos foram extraídos da internet e não tinham imagens de adolescentes do colégio. Não teve nenhuma imagem de aluno arquivada. O professor e a escola terão os nomes preservados para que as investigações ocorram normalmente", citou. 

"Sabemos que esse tipo de ocorrência causa clamor público, mas precisamos ter cautela para não comprometer a integridade física do investigado e de pessoas ligadas à escola que não tem nada haver com o caso", finalizou.

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