"Nada se compara ao Pelé. Além do dom que Deus deu a ele de jogar futebol, fisicamente era muito diferenciado da média. Às vezes, as pessoas comparam com Messi. Agora, é o Messi, antes era o Maradona, o Cruyff, Zidane... Cada hora alguém... Só compara Pelé com algum atleta, quem não viu Pelé jogar", diz o narrador esportivo piracicabano, Mário Luiz.
Outro muito experiente em rádio, o jornalista Fernando Lopes lamenta não ter encontrado com o Rei do futebol durante suas passagens pela Vila Belmiro. "Infelizmente, foi uma das pessoas que eu queria ter entrevistado na vida e não consegui. Só que o primeiro momento meu com futebol foi vendo Pelé. A camisa 10 que a gente usava quando criança foi por causa do Pelé", contou.
Felicidade essa que teve o radialista Marcelo Sá. "Foi uma entrevista bem curtinha, em um jogo do XV contra o Santos, em 2013, pelo Paulistão, na Vila Belmiro", recorda. "Na ocasião, no intervalo da partida, a gente ficou sabendo que ele estava em uma das tribunas da Vila", completa.
"Eu lembro que entrei no camarote e tinha muita gente. Eu olhei para o Pelé e ele deu uma risada. Eu falei para ele: 'Poxa, se eu vier para a Vila Belmiro e não falar com o Rei do futebol eu não vim na VIla Belmiro'. Ele deu risada, eu dei um abraço nele e tirei uma foto. Naquela ocasião, eu consegui fazer uma pergunta sobre o XV", relatou.
Já o jornalista Edirley Rodrigues contou que teve o privilégio de ver Pelé em ação algumas vezes com o Santos em Piracicaba. "Muitas vezes. No antigo estádio Roberto Gomes Pedrosa. Também no Pacaembu, na Vila e no Maracanã", diz. "Para quem teve o privilégio de vê-lo jogar, agora começa a sentir o oposto: a realidade vira sonho", completa.