EMPREGO

Afinal, os robôs dominarão o futuro e nossas vagas de trabalho?

Por João Paulo Silva Bombo |
| Tempo de leitura: 2 min
Pixabay
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À medida que a tecnologia se acelera, chegaremos a um futuro em que os robôs assumirão nossos empregos? Esse é o que muitos pensam hoje em dia. Mas acontece que não é o caso. Considerando o quanto o mundo está se tornando cada vez mais digital, devemos lembrar que existem milhares de pessoas trabalhando atrás de seus computadores e outros tipos de aparelhos tecnológicamente avançados. 

Não dá para imaginar, por exemplo, um trabalhador datilografando em uma máquina de escrever e saber que a única forma de corrigir um eventual erro é rasgando o papel. Pense na quantidade de lixo que produziria, ainda mais em tempos de sustentabilidade. Ou então lembrar de coisas que eram comuns e até facilitavam a vida das pessoas, como o famoso “orelhão”, o telefone público, que nos dias atuais já não fazem sentido, em um mundo onde muita gente tem acesso aos smartphones.

O surgimento deles, das smart TVs e computadores democratizou a Internet no Brasil, pois muitas coisas podem ser feitas na rede, enviar e-mails, salvar e usar arquivos na nuvem, fazer compras e agendar consultas médicas. Com o planeta conectado, também ajuda a quebrar barreiras entre pessoas de diferentes países, principalmente para quem tem carreira e quer trabalhar em empresas internacionais. Por isso, trabalhar em online serve, não só para estudar, mas também para trabalhar em outros países sem sair de casa. Essa mudança se tornou ainda mais importante durante a pandemia do COVID-19, pois as empresas entendem que funções que podem ser facilmente executadas remotamente podem ser feitas sem precisar sair de casa.

São muitos os exemplos de cargos que estão evoluindo a medida que a técnologia avança, como cientista de dados, designer gráfico, gestor de tráfego, editor de vídeo, entre outros. Afinal, inovações surgem o tempo todo para facilitar determinadas operações, o que significa que sim, determinados processos não precisam mais ser tão manuais como antigamente. Isso não é “roubo” de funcionalidades, mas uma forma de melhorar, otimizar e ter mais tempo para funções menos operacionais e burocráticas e torná-las mais estratégicas. 

Por exemplo, vídeos e fotos podem ser editados usando aplicativos intuitivos em vez de depender apenas de programas supercomplexos e caros. Porém, isso não significa que designers e videomakers não são mais necessários. Mostra que o mercado espera que o profissional vá além dessas ferramentas, saiba usá-las e forneça o que falta, criatividade e estratégia. 

De alguma forma, se deseja ocupar qualquer posição, deve estar vigilante e prestar atenção à situação imposta pelos empregos atuais ao seu redor o tempo todo. Talvez essa seja a maior mudança que a tecnologia trouxe para o mercado de trabalho e para as nossas vidas. Precisamos manter o foco, não por medo dos robôs, mas para não ficar para trás na corrida em constante mudança.

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