Uma doméstica de 35 anos se arrependeu amargamente de ter emprestado uma de suas casas para uma amiga morar por provisoriamente no bairro Nova Piracicaba porque a amiga gostou da casa e agora não quer mais deixar o imóvel.
A dor de cabeça da dona de casa começou quando a amiga a procurou chorando e pedindo abrigo, uma vez que não tinha para onde ir depois da separaçâo do marido. Ela acreditou no drama que a colega relatou e emprestou uma de suas casas que estava vazia e pronta para alugar, mas diante do teatro feito pela moça, ficou com pena e permitiu que ela entrasse na residencia para ficar pelo periodo de um mês até que ela decidisse o novo rumo que iria tomar na vida.
mas depois de 30 dias a dor de cabeça começou quando a mulher foi até a casa e ao chegar no local, encontrou maios de 10 cães da raça Pit Bull na varanda cheios de fezes e urina pelo chão. Horrorizada com o que viu, chamou pela colega que não responmdeu, mas como o portão estava apenas encostado, ela entrou e ao chegar na sala encontrou mais de 15 gatos miando espalhados pelos sofás e poltronas e também com fezes e urina espalhados por todo aquele espaço. Ela andou pela casa e não encontrou a colega.
Diante do que presenciou, resolveu ir a delegacia de policia civil para fazer um boletim de ocorrência contra a amiga, que ainda não foi encontrada e já lhe fez ameaças pelo Whatsapp no celular, falando que não vai sair da casa, que gostou do imóvel e que se ela envolvesse a polícia , daria um jeito nela. A partir de agora, ela terá 180 dias para representar contra a colega no fórum e mover um processo por apropriação indébita seguida de grave ameaça. Bombeiros estiveram na casa e tiraram os cães e os gatos de lá, levando-os para um abrigo de animais da Prefeitura, mas a colega, que estava chegando da rua, não reagiu quando viu os animais sendo levados embora, mas disse que não sairá da casa por motivo nenhum, uma v ez que declarou que a amiga é rica e que entende que a casa lhe foi dada de presente. A dona da casa espera providências por parte da justiça.
André Pacheco Pirata