Concerto será realizado no Teatro Municipal Dr. Losso Netto, às 16h e 19h
Para combinar com a véspera do Dia dos Namorados, a OSP (Orquestra Sinfônica de Piracicaba) apresenta compositores do período romântico musical neste sábado (11), às 16h e 19h, no Teatro Municipal Dr. Losso Netto. Direto da Orquestra Sinfônica de Sergipe, Guilherme Mannis, também diretor artístico, foi o regente convidado para este concerto. As apresentações são em prol do Fundo Social de Solidariedade e, na entrada do espetáculo, os participantes poderão contribuir com a doação de 1 litro de leite.
Durante o concerto será apresentado três grupos de obras, dos compositores: o brasileiro Carlos Gomes, o tcheco Antonín Dvo?ák e o alemão Johannes Brahms. Primeiro será realizada a abertura da ópera “Fosca” de autoria do campineiro Carlos Gomes. A obra retrata a história de um amor não correspondido da pirata Fosca pelo capitão veneziano.
Em sequência, as “Danças eslavas nºs 1, 7 e 8, Op. 46” entram em ação. Do compositor tcheco Antonín Dvo?ák, a composição também é da era romântica musical.
E por último, a OSP apresenta a “Sinfonia nº 2 em Ré maior, Op. 73”, obra em quatro movimentos criada durante as férias de verão do compositor alemão Johannes Brahms.
Com a realização do Ministério do Turismo, a OSP tem o patrocínio ouro do Atacadão, patrocínio prata da Caterpillar e Hyundai e o patrocínio bronze da CNH Industrial, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A OSP também recebe o apoio da Prefeitura do Município de Piracicaba, por meio da Semac (Secretaria Municipal da Ação Cultural), além da Mega Bilheteria, Empem, Jornal de Piracicaba, Revista Arraso, Rádio Educativa FM, Rádio Jovem Pan Piracicaba, Rádio Pop e Parlare Marketing Cultural.
Guilherme Mannis
Doutor em Música pelo Instituto de Artes da Unesp, o paulistano atua desde 2006 como diretor artístico e regente Títular da Orquestra Sinfônica de Sergipe. Já atuou como regente convidado em concertos da World Youth Orchestra e com as orquestras de Roma e Bari (Itália), Guanajuato e Monterrey (México), Toronto (Canadá) e Rosário (Argentina).
No Brasil, já regeu as orquestras sinfônicas da Petrobras e do Teatro Nacional de Brasília, Bahia, Paraná e Ribeirão Preto, Amazonas e Espírito Santo, da Sinfônica de São Pedro, da Experimental de Repertório e da Sinfônica Heliópolis.
“A OSP é um grupo extremamente bom, muito bem cuidado e com profissionais incríveis. É muita alegria trabalhar com eles”, revela o regente.
Fernanda Rizzi
fernanda.rizzi@jpjornal.com.br
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