O que te motiva a estar vivo?

Por Francisco Ometto |
| Tempo de leitura: 3 min

Cada dia que passa não é um dia a mais e sim um dia a menos em nossa vida! Isso não demanda estudos científicos e tampouco precisa ser algo trágico, mas, sim, um alerta positivo. Muitos têm a mania de achar que podem esperar “um dia” para viver, sentir, falar ou mesmo fazer algo. O fato é que o tempo é a única coisa que não se recupera e também não espera nada. Uma minoria já compreendeu a importância de aceitar essas verdades e um dos motivos é que elas nos direcionam a “enxergar” o que realmente faz sentido na vida. Mas, qual sentido? Qual propósito?   
Nossa vida não estará na rota certa até que tenhamos a resposta para duas perguntas:1) O que te motiva a estar vivo? 2) O que você faz com sua vida está coerente com a resposta da primeira pergunta?   
Importante lembrar que, num mundo que tenta nos influenciar a todo momento, cada um deve buscar seu próprio sentido, seu propósito. Frases de efeito e especialistas temos aos montes, entretanto, é preciso entender que cada ser humano é um Universo e o que serve para determinada pessoa, pode não servir para outras.  
Alegrias e tristezas fazem parte da vida. A diferença está no saber lidar com isso usando a inteligência e, quando cito inteligência, é ela: a inteligência emocional!   
Resumindo: a vida precisa ter sentido e propósito e o melhor “veículo” para conduzi-los é a Inteligência Emocional. Está aí uma dica preciosa, simples e objetiva, mas que tem transformado verdadeiramente a vida de muita gente!   
Vamos além? Você já deve ter ouvido falar que somos o que pensamos, que conflitos mentais geram infelicidade, má qualidade de vida e doenças e que devemos buscar inspiração em pessoas evoluídas. Sim, é exatamente isso! Pois bem, que tal buscarmos inspiração, então, dada a profundidade do tema de hoje, em uma pessoa altamente evoluída?   
Jesus Cristo. Independente de suas crenças, analise-o e você facilmente perceberá que ele traça um caminho inversamente proporcional às causas do triste cenário emocional que assola o Planeta e convida o ser humano a estar num nível sem precedentes de qualidade de vida emocional, física e social. Ele transbordava autoconhecimento, autocontrole e queria proporcionar isso às pessoas, fazendo com que elas refletissem e, consequentemente, ultrapassassem suas próprias fronteiras limitantes. Atuando nos sintomas, Jesus Cristo ia direto na raiz emocional das pessoas. Sua proposta era a revolução da mente, a expansão da inteligência emocional (como exemplo cito o poder libertador do perdão, no caso do “atire a primeira pedra” ou do perdão a Pedro), a compreensão de si mesmo e do mundo, ou seja, uma transformação psíquica poderosa. Cristo mostrava claramente que somente com esse processo de libertação emocional interna conseguimos vencer a ilusão do materialismo, da ganância e do individualismo e desenvolvemos sentimentos nobres de altruísmo, solidariedade e amor ao próximo, alicerces da felicidade.   
Sentido, propósito, missão; inteligência emocional. Note que Jesus transbordava esse conjunto bem afinado, que gera algo espetacular: amor ao que se faz! E, se você não faz o que ama (em qualquer âmbito da sua vida), o desastre é certo e chega – a curto, médio ou longo prazo. Jesus tinha e era ciente da sua missão, do seu propósito, vivendo uma vida coerente com isso.    
Falando em coerência e para coroar nossa reflexão desta semana, nada como lembrar Mahatma Gandhi: “Felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia”.
O que te motiva a estar vivo?    
Você está vivo?

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