Em Piracicaba, um auxiliar de serviços gerais de 39 anos foi preso em flagrante pela Polícia Militar por volta das 18h40 desta quinta-feira (17), após furtar o Supermercado Oba. O local fica na avenida Saldanha Marinho, bairro Cidade Alta.
A Polícia Militar foi até o Supermercado Oba, na avenida Saldanha Marinho, para averiguar uma ocorrência de furto, visto que um indivíduo havia acabado de ser surpreendido furtando várias peças de picanha do estabelecimento, avaliadas, segundo o representante do supermercado, em R$ 950.
O funcionário do setor de fiscalização e perdas do supermercado relatou à PM que, por volta das 18h40, visualizou um indivíduo bastante inquieto, já próximo à saída do supermercado, com uma bolsa dentro do carrinho. Assim que o indivíduo saiu com a bolsa de dentro do supermercado sem passar pelo caixa, o funcionário foi atrás dele, abordando-o no estacionamento. Ao questionar o indivíduo, ele confessou ao funcionário que havia pego várias peças de picanha. Na sequência, devido à gravidade da situação, o funcionário do setor de fiscalização chamou o gerente.
O gerente do supermercado, de 40, relatou à polícia que estava trabalhando no estabelecimento, momento em que foi chamado pelo funcionário à parte externa do supermercado, visto que um indivíduo havia sido pego em flagrante tentando furtar peças de picanha avaliadas em R$ 950. De acordo com o gerente, o indivíduo estava bastante agitado e tentava a todo momento se evadir do local. Assim, ele achou por bem acionar a Polícia Militar.
Com a chegada dos policiais Soldado Vieira e Soldado Roberta ao local, o indivíduo confessou a prática do furto. Ele alegou aos policiais ter pego as picanhas, pois se encontra em dificuldades financeiras. Por conta do furto, o indivíduo de 39 anos foi detido e conduzido até o 2º Distrito Policial, onde a ocorrência foi apresentada ao delegado Alex Willians Adami.
"O delito, como já anotado, foi o de furto em sua forma simples. A pena máxima cominada teoricamente comporta concessão de fiança em solo policial, sendo fixada no valor de R$ 950 reais", informou a Polícia Civil. "O valor não foi recolhido, então o mesmo permanecerá em cárcere e será encaminhado ao Poder Judiciário para audiência de custódia."
Rafael Fioravanti | rafael.fioravanti@jpjornal.com.br
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