Truques para fazer o vale-alimentação render mais

Por Laís Seguin |
| Tempo de leitura: 2 min

Calculadora sempre em mãos: é preciso ficar sempre de olho no saldo do cartão-alimentação no portal da empresa fornecedora

Considerando que para 43% dos trabalhadores a alimentação é o maior gasto mensal, vindo antes até da moradia, segundo uma pesquisa da Nossa São Paulo com o Ibope Inteligência, o benefício vale alimentação pode fazer toda a diferença no orçamento familiar.

A consultora financeira Odete Reis e o youtuber Thiago Nigro, o Primo Rico, prepararam uma lista de truques bem simples para ajudar o consumidor a economizar e fazer o saldo do cartão-alimentação ir mais longe.

Planejamento: essa é a chave da economia. O consumidor deve fazer um cardápio da alimentação em casa para o mês todo, organizando a lista com os ingredientes necessários e se concentrando para não comprar nada fora do que foi programado. Aí, é só deixar essa lista sempre junto com o cartão-alimentação.

Lista em mãos, sempre: assim que se entra no mercado, o consumidor é bombardeado por ofertas de todos os tipos de produtos. Se houver uma lista de compras, é mais fácil controlar o impulso de consumo – dessa maneira, o vale alimentação durará mais.

Pesquisa de preços: é importante não ir sempre ao mesmo mercado, por puro hábito. Vale visitar outros estabelecimentos e comparar os valores dos produtos. O vale alimentação agradece.

Pensamento de longo prazo: esse é um conceito que Thiago Nigro chama de ‘o poder das unidades’. Há vários produtos que a pessoa usa um pouco todo mês. Então, em vez de comprar toda a vez que acabar, é possível comprar uma quantidade grande de uma vez só. Em geral, quanto maior o volume, menor é o preço.

Promoções: as ofertas são ótimas, mas podem representar uma armadilha. Antes de comprar algo porque o preço está bom, é preciso ter certeza de que se precisa daquilo. O melhor mesmo é, a partir de uma lista de compras para ficar de olho no que está em promoção.

Mais foco na segunda quinzena do mês: os mercados trazem mais descontos depois do dia 15. O fluxo de clientes diminui nesta época e os preços acabam ficando menores.

De olho nas prateleiras: os produtos que estão à altura dos olhos, geralmente, são mais caros, então, o consumidor deve desviar a atenção desses produtos. Os melhores preços podem estar no alto ou bem embaixo nas gôndolas do supermercado.

Mercado não é local para passear: o melhor jeito de resistir à tentação de comprar algo de que não se precisa é nem se expor a ela. Quando estiver no mercado, o consumidor deve ir direto às sessões dos itens que estão na lista e evitar ficar dando voltas.

Fonte: Sodexo com o Projeto Draft

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