Área da Santa Casa é um oásis verde no Bairro Alto

Por Clube JP |
| Tempo de leitura: 2 min

A Santa Casa de Piracicaba tem em sua área 300 árvores de mais de 60 espécies das mais diferentes idades, que compõem a arborização dos mais de 60 mil metros quadrados de terreno. Além da beleza arquitetônica de seu prédio, outro aspecto que chama a atenção é a beleza de seus jardins, projetados pelo engenheiro agrônomo Philippe Westin Cabral de Vasconcellos. A Irmandade mantém, atualmente, 23.350,47 m2 de área construída e 35.675, 75 m2 de área não construída, considerada área verde. As informações sobre quantidade e espécies foram possíveis devido à parceria com a Esalq/USP, quando o professor do Departamento de Ciências Florestais, Demóstenes Ferreira da Silva Filho, assumiu os trabalhos ao lado do técnico de laboratório Jefferson Polizel.

As árvores estão cadastradas em um banco de dados relacional programado para obtenção de mais de 50 variáveis para indicação de informações que relacionam desde a espécie da árvore até a presença ou não de defeitos em sua copa. “Isso é importante para o adequado manejo e manutenção do patrimônio arbóreo para as próximas gerações”, avaliou na época Demóstenes, salientando que a Santa Casa é uma das poucas áreas bem arborizadas do Bairro Alto. “Depois deste trabalho, podemos afirmar que o patrimônio arbóreo da Santa Casa é de R$ 2 milhões”, quantificou. Segundo o provedor João Orlando Pavão, as instituições têm percebido que gerenciar o meio ambiente é uma questão estratégica. “Hoje, 21 de setembro, antevéspera do início da Primavera e Dia da Árvore, é importante reforçar à comunidade que todas as árvores possuem papel essencial na produção de oxigênio e outros fatores essenciais para a preservação do meio ambiente.

Já no ambiente hospitalar, as árvores amenizam o clima pelo favorecimento de sombra e diminuição da temperatura, absorção do gás carbônico e liberação do oxigênio. Elas melhoram a qualidade do ar urbano, protegem contra a ação dos ventos, são fonte de alimento da fauna, promovem absorção de ruídos e da poluição. Elas proporcionam paisagens diferentes e mais bonitas, quebrando a monotonia, e trazendo à instituição conforto térmico, visual e psíquico”, ressaltou Pavão.

Cristiane Bonin

cristiane.bonin@jpjornal.com.br

Leia Mais:

Comentários

Comentários