Como investir o 13º? Especialista dá dicas para usar o dinheiro com sabedoria

Por edicao_jp |
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Com a chegada do final do ano, muitas pessoas recebem o tão esperado 13º salário, benefício pago aos trabalhadores com carteira assinada,pensionistas do INSS e aposentados. É o momento de organizar as contas e manter a vida financeira em ordem, para começar o próximo ano sem dívidas. Porém, se utilizado com cautela, é possível até mesmo aplicar esse dinheiro extra e fazê-lo render.

O ideal para quem tem dívidas é quitá-las o quanto antes, começando por aquelas com juros maiores, como as dívidas do cheque especial e do cartão de crédito. Caso seja possível, é recomendado adiantar o pagamento das faturas ou então tentar negociar o valor para conseguir um desconto.

Segundo o assessor de investimentos, Guilherme Basso, da WFlow–escritório Private especializado em Assessoria Financeira e Patrimonial credenciado à XP Investimentos – após quitar as dívidas é importante começar uma reserva de emergência. Por meio da reserva financeira será possível cobrir gastos inesperados, como o pagamento de uma despesa médica ou o conserto da casa.

“O dinheiro da reserva de emergência deve ser aplicado em investimentos que apresentam baixa volatilidade e que tenham liquidez, assim poderá ser resgatado quando necessário. Entre as opções de aplicações que oferecem essas características estão os fundos de investimento de renda fixa, o CDB e o título público Selic”, afirma Basso.

Depois de montar a reserva financeira, que deve ser o suficiente para cobrir pelo menos o período de seis meses de despesas, é hora de definir as metas e objetivos para começar a investir. É fundamental descobrir o perfil de investidor nessa fase, dessa forma será possível construir uma carteira de investimentos alinhada as expectativas do aplicador.

“Existem diversas opções de investimentos disponíveis no mercado financeiro, que atendem os perfis mais conservadores até os mais agressivos. Uma oportunidade para quem busca um rendimento a longo prazo é o investimento em previdência privada. Fazendo a aplicação nesse investimento até o fim do mês, o investidor consegue a dedução do imposto de renda, além de aumentar o patrimônio investido”, finaliza Guilherme Basso.

Da Redação

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