Continua o incêndio, que começou na segunda-feira (05), no alto da Serra de Santa Maria. Equipes do Águia da Polícia Militar de Piracicaba, Polícia Ambiental e bombeiros das cidades de São Pedro, Brotas e Pirassununga estão atuando no combate ao fogo e estão encontrado dificuldades para conter os focos de incêndio. Tempo quente e seco, além da área de difícil acesso são algum dos fatores negativos para o controle das chamas.
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O sargento Júlio, tripulante do Águia disse que a região de vegetação dificulta o acesso da aeronave para que realizem os lançamentos com o equipamento “Bambi Bucket”, que tem a capacidade de 545 litros d’água. “A água chega muito fraca no chão e isso dificulta a contenção do incêndio”, explicou. Até terça-feira (06), as equipes do Águia de Piracicaba e Ribeirão Preto fizeram 769 lançamentos desde o início da operação, informou o soldado Delgado.

As atividades devem continuam na manhã desta quinta-feira (08), com os bombeiros e policiais que estão utilizando abafadores.
OUTROS CASOS
Em setembro, pelo menos 25 animais silvestres foram resgatados com queimaduras ou alguma sequela em decorrência de outro incêndio que durou dez dias em uma grande área verde, próxima ao Parque Estadual (Bosque da Prata), em Águas da Prata. O fogo também atingiu uma região de São João da Boa Vista e Vargem Grande do Sul, no total de 2.088 hectares, que equivalem a aproximadamente 2 mil campos de futebol.
No mesmo dia, outras equipes atuavam na Serra de São Pedro. Na época, o comandante da base do Corpo de Bombeiros em São Pedro, sargento Ricardo Migatta, estimou que a área da serra de São Pedro atingida pelo fogo que levou seis dias para ser totalmente extinto queimou área de aproximadamente 168 hectares. “Com imagens de um satélite utilizado pela Polícia Ambiental foi possível estimar esta área”, disse.
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Cristiani Azanha
crisazanha@jpjornal.com.br