Polícia Civil apreende supermaconha

Por edicao_jp |
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Um homem acusado de vender a supermaconha pelo WhatsApp foi preso durante ação realizada nesta quarta-feira (1) pelos policiais civis da 2a Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais). Na casa do acusado, no Estância Lago Azul foram apreendidos vasos com o entorpecente, dois potes de vidro contendo “flores” de Cannabis” já colhidas, secas e prontas para venda – confirmando as informações iniciais de que o denunciado comercializaria drogas “elitizadas”, que custam até oito vezes mais que a maconha comum, segundo os investigadores.

Segundo a polícia, após informações recebidas que um rapaz comercializaria entorpecentes pelo WhatsApp, os policiais conseguiram identificar um rapaz de 22 anos, que não possuía passagens policiais.

Durante a apuração, os policiais descobriram que ele comercializaria apenas as “flores” (vulgarmente conhecidas como “camarões”) de uma espécie de “supermaconha” – ou seja, um tipo de Cannabis com elevado índice de THC (Tetrahidrocanabinol), substância responsável pelos efeitos psicotrópicos causados e almejados pelo usuário, diferentemente da maconha comumente apreendida em pontos de vendas de entorpecentes, a qual é misturada com galhos, folhas, sementes e até “batizadas” com esterco, sendo posteriormente prensadas e fracionadas para venda, segundo a Dise.
A equipe da delegacia especializada observou por cima do muro que no quintal do imóvel havia um canteiro com pés de maconha, sendo então realizada a abordagem do denunciado, o qual prontamente assumiu a propriedade do entorpecente.

Após busca no interior do quarto, os policiais localizaram balança, material plástico para embalagem. As investigações continuarão a ser realizadas na tentativa de identificar outros envolvidos no esquema.

Entorpecente “elitizado” é vendido até oito vezes mais que a maconha comum

Cristiani Azanha

crisazanha@jpjornal.com.br

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