Um homem foi preso pelos policiais militares, após ser acusado de vender entorpecentes perto de um parquinho infantil e ao lado de uma escola, no bairro Algodoal, na última sexta-feira (1º). Com o suspeito, os policiais teriam localizado 25 trouxinhas de maconha e 108 porções de entorpecentes. Parte das drogas estavam embrulhadas em unidades coloridas, que possivelmente seriam usadas para chamar a atenção de usuários e possivelmente de adolescentes, segundo a polícia.
Segundo a PM, a localização do suspeito foi realizada com a ajuda de várias denúncias recebidas de moradores, que estariam inconformados com o tráfico de drogas no bairro, em uma área frequentada por muitas crianças e adolescentes, pois ocorreria ao lado de um parque infantil e uma quadra de área.
Os denunciantes informaram que a venda de droga era realizada durante o dia e na frente das crianças. Os policiais intensificaram o patrulhamento no bairro, os policiais teriam localizado o suspeito que tinha mas mesmas características informadas anteriormente pelo denunciante.
O suspeito teria sido localizado perto de uma viela que dá acesso ao parque. Ele teria sido surpreendido pelos policiais no momento em que passava algo para uma pessoa e recebia dinheiro. O suspeito foi abordado e com ele, os policiais teriam localizado no bolso traseiro de sua bermuda três trouxinhas de maconha, quatro porções de cocaína e R$ 23,00 reais em dinheiro.
Enquanto o homem estava sendo abordado, algumas crianças teriam se aproximado dos policiais e disseram que o abordado escondia o restante das drogas em buracos no muro da escola.
Os policiais foram até ao local informado pelas crianças e localizaram uma sacola plástica com mais 23 porções de maconha, uma porção maior de maconha e 104 porções de cocaína. O suspeito não quis informar quem seria o fornecedor dos entorpecentes.
O homem foi encaminhado ao plantão policial, onde foi autuado em flagrante sob acusação de tráfico de drogas. Ele ficou na carceragam até ser apresentado à audiência de custódia.
O caso continuará a ser investigado pela Polícia Civil para identicar outros envolvidos no esquema.
Cristiani Azanha