No mês dedicado à mulher, nada melhor do que recontar um pouco a história das pioneiras na profissão de médicas. Na Idade Média, uma mulher que se envolvesse com a medicina poderia até ser considerada “representante de Satã” e condenada à fogueira. Trabalhando na clandestinidade até o final do século 16, em pleno Renascimento, mulheres eram, quando muito, admitidas como parteiras. Foi na Itália, que as faculdades de medicina abriram as portas para elas estudarem pela primeira vez e o “Movimento Feminista” na Alemanha fez com que muitas faculdades de medicina abrissem caminho para que 400 mulheres se inscrevessem nessas escolas em 1899. Já no Brasil, só aconteceu no início do Séc. 20: A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo foi a primeira escola pública a permitir o ingresso de mulheres tendo a 1ª turma se formado em 1918. Foi uma longa história de lutas até os nossos dias e, segundo dados recentes (2020), a mulher hoje no Brasil já ocupa 46,5% da população médica.
Dentro desse cenário e pensando na importância de valorizar inúmeras médicas da região, está sendo desenvolvido até o final de março, um ensaio fotográfico que pretende registrar cerca de 180 médicas das cidades do Vale. Trata-se de um projeto da empresa Acta, de medicina diagnóstica, de Taubaté, numa parceria com a Drogacare e o apoio da Firmato Più Exclusivo, de São José, responsável pelo cenário montado no auditório do próprio laboratório. "A aparência da médica importa sim, e após dois anos de pandemia, queremos ajudá-las e externar a força e garra de cada uma” comenta Viviane Reno, gestora de relacionamento do Acta. A fotógrafa é Adriana Rebouças – fundadora do esquadrão do click, uma empresa reconhecida pelo diferencial em produzir retratos de profissionais, que expressam o potencial na vida pessoal e profissional. Entre as médicas já fotografadas estão Ana Paula Pereira, Ana Carolina Da Matta, Ana Carolina Buceles Ramos, Ana Paula Nissan, Claudia Kobbaz, Talita Morgado, Denise Pupo, Fatima Rabay, Dalva Cristina, Juliana Emi, Patricia Hidalgo, Andrea de Carvalho Pereira ou Ana Beatriz Abramoff que aproveitam o dia de produção para visitar e conhecer o Acta, especializado em exames de anatomia patológica e citopatologia. E também para aproveitar momentos de descontração, produção, trocar por alguns minutos o jaleco de trabalho pela cor preferida, o tecido do dia, o detalhe no acessório e despertar a mulher que caminha junto com a profissional da medicina.