A morte do tatuador Rafael Rodrigues da Rocha, de 23 anos, intriga a Polícia Civil e mobiliza moradores de Roseira, no Vale do Paraíba. O jovem foi encontrado morto ao lado de um carro incendiado em uma estrada de terra próxima à avenida João Caltabiano, na tarde da última sexta-feira (22).
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O caso foi registrado como homicídio e segue sem suspeitos identificados.
Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados após uma denúncia anônima informar sobre um veículo queimado e a presença de um homem caído nas proximidades, aparentemente precisando de socorro.
Ao chegarem ao local, os agentes encontraram um carro completamente destruído pelo fogo, com sinais de que havia sido incendiado dias antes. Durante a averiguação, os policiais também localizaram marcas de sangue no solo.
Logo atrás do veículo, estava o corpo de Rafael, já sem sinais vitais.
A área foi isolada para o trabalho da perícia técnica. Após os procedimentos no local, o corpo do jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Guaratinguetá, onde passará por exames necroscópico e toxicológico.
Mistério em Roseira
A Polícia Civil ainda tenta esclarecer o que aconteceu com Rafael e busca identificar possíveis autores e a motivação do crime.
De acordo com o registro policial, até o momento não há informações sobre testemunhas que tenham presenciado o homicídio. A investigação também deve analisar a relação entre o corpo encontrado e o carro incendiado localizado ao lado da vítima.
O veículo chamou atenção dos policiais por aparentar ter sido queimado há vários dias antes da descoberta do corpo.
A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Roseira e é investigada como homicídio consumado de autoria desconhecida.
Quem era Rafael
Rafael Rodrigues da Rocha tinha 23 anos e trabalhava como tatuador. A morte do jovem causou comoção entre amigos e conhecidos nas redes sociais.
O caso repercutiu rapidamente na cidade pela forma como o corpo foi encontrado: em uma estrada de terra, ao lado de um veículo incendiado e cercado por marcas de sangue.
A Polícia Civil deve utilizar laudos periciais, exames do IML e demais provas técnicas para tentar reconstruir a dinâmica do crime.