FERNANDO SASTRE

Preso em Potim, motorista do Porsche vai a júri por homicídio

Por Da redação | Potim
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Fernando Sastre de Andrade Filho
Fernando Sastre de Andrade Filho

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) marcou a data do julgamento de Fernando Sastre de Andrade Filho, que colidiu e matou um motorista de aplicativo com uma Porsche em 2024.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp

Ele está preso em Potim, no Vale do Paraíba, e cumpre prisão preventiva no presídio da cidade após ser transferido do Presídio dos Famosos, em Tremembé, após decisão da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo.

Fernando Sastre vai para júri popular no dia 29 de outubro, mais de dois anos e meio após o episódio. A decisão foi publicada na sexta-feira (8) pela juíza Melanie Liesenberg, do TJ-SP.

O empresário é réu por homicídio doloso qualificado e lesão corporal. O julgamento vai acontecer no plenário da 1ª Vara do Júri da Capital.

A magistrada determinou que todas as testemunhas arroladas pelas partes sejam convocadas para serem ouvidas. Entre elas está Marcus Vinicius Machado Rocha, que estava no banco de passageiro de Sastre e sobreviveu à colisão.

Depoimentos no julgamento

Ao todo, 13 pessoas serão ouvidas pelo júri. São oito pessoas indicadas pelo Ministério Público de São Paulo e pelo assistente de acusação e quatro testemunhas convocadas pela defesa — incluindo uma médica que atendeu o réu na data dos fatos.

Sastre foi pronunciado para responder a júri por ter, supostamente, cometido homicídio doloso qualificado contra Ornaldo da Silva Viana. O motorista de aplicativo teve o carro arremessado após uma Porsche 911 colidir contra sua traseira. Ele morreu no local. Já Marcus Vinicius, amigo do empresário que estava no veículo Porshe, sofreu lesões graves em decorrência do acidente.

Os advogados de Sastre recorreram da pronúncia para júri e pedindo a suspensão do julgamento. No entanto, todos os recursos foram rejeitados pelo Juízo.

Relembre o caso

Fernando foi denunciado pelo Ministério Público por dirigir embriagado e assumir o risco de matar em alta velocidade. A perícia constatou que o homem dirigia o Porsche a 156km/h momentos antes da colisão — na avenida onde houve a batida, a Salim Farah Maluf, o limite de velocidade é de 50 km/h.

A colisão vitimou fatalmente o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana. O amigo de Fernando, que estava no banco carona, se feriu gravemente na colisão.

* Com informações do UOL

Comentários

Comentários