Uma moradora de São José dos Campos denunciou dificuldades para conseguir que o plano de saúde autorize o tratamento do filho de 7 anos, diagnosticado com imunodeficiência primária e outras comorbidades. Segundo a mãe da criança, mesmo após decisão judicial favorável, o medicamento ainda não foi liberado.
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Alanna afirma que o filho, Estevan, realiza tratamento com imunoglobulina humana há cerca de três anos e que nunca havia enfrentado problemas semelhantes com outros convênios médicos. De acordo com ela, a Justiça determinou que o atendimento fosse garantido em até 15 dias, sob pena de multa diária em caso de descumprimento.
Ainda conforme o relato, o medicamento de alto custo já teria sido adquirido há semanas, mas a aplicação segue sem autorização definitiva enquanto a operadora avalia a possibilidade de recorrer da decisão judicial.
A mãe também informou que o tratamento precisa ser realizado a cada 30 dias e que o último ciclo ocorreu em 19 de março. Segundo ela, o procedimento já acumula mais de duas semanas de atraso, aumentando a preocupação com o estado de saúde da criança.
Nas redes sociais, Alanna publicou um vídeo pedindo apoio e compartilhamentos para dar visibilidade ao caso. “Eu não quero multa e nem dinheiro. Quero apenas que meu filho tenha acesso ao tratamento que precisa”, afirmou.
Até o momento, não houve posicionamento oficial da operadora sobre o caso. Se isso acontecer, a matéria será devidamente atualizada.