HOMICÍDIO

Matou o patrão e foi ao bar com a faca do crime na mão

Por Da Redação | Distrito Federal
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Matou o patrão e foi ao bar com a faca do crime na mão
Matou o patrão e foi ao bar com a faca do crime na mão

O empresário Flávio Cruz Barbosa, de 49 anos, foi morto a facadas dentro da própria oficina mecânica na tarde desta quarta-feira (6). O principal suspeito do crime é um funcionário de 24 anos, preso em flagrante logo após o ataque. Segundo testemunhas, após o homicídio, o homem deixou o local com a faca nas mãos e foi até um bar, onde pediu água e um cigarro de maneira tranquila.

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O crime aconteceu em uma oficina localizada no Setor de Oficinas Norte (SOF Norte), no Distrito Federal. Imagens de câmeras de segurança registraram toda a ação violenta.

De acordo com relatos de um comerciante vizinho, os sons da agressão inicialmente não chamaram atenção por serem semelhantes aos barulhos comuns da região, marcada pelo movimento constante de oficinas e materiais metálicos.

O comerciante contou que, entre 11h e 11h20, ouviu ruídos parecidos com objetos metálicos caindo no chão. Pouco depois, ele e outras pessoas perceberam o suspeito saindo da oficina com a faca e as mãos cobertas de sangue.

Segundo a testemunha, o homem se dirigiu a um bar próximo logo após o crime. “Ele se sentou tranquilamente e pediu uma água e um cigarro”, relatou.

As imagens de segurança mostram o momento em que o suspeito chega ao estabelecimento e agride o patrão com um chute no rosto. Em seguida, ele desfere várias facadas contra a vítima.

Mesmo após Flávio cair no chão, as agressões continuaram. O autor ainda teria arremessado uma roda contra o empresário antes de arrastar o corpo pela oficina, deixando marcas de sangue no local.

A Polícia Civil do Distrito Federal informou que o crime foi premeditado. Ainda segundo a corporação, o suspeito, identificado como Eduardo Jesus Rodrigues, de 24 anos, apresenta transtornos mentais. O caso é investigado pela 5ª Delegacia de Polícia.

Flávio Cruz Barbosa era proprietário da oficina OUD, especializada na restauração de carros antigos. Familiares informaram que ele havia retornado de uma viagem de trabalho pouco antes do crime.

O irmão da vítima, Leonardo Cruz, afirmou que deixou a oficina minutos antes do ataque. “Foram questão de minutos. Meu irmão era muito querido pela família, pelos amigos e conhecido pelo trabalho que realizava”, declarou.

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