MOTORISTA QUERIDA

SJC: Corpo de Thalita tinha marcas de facadas, diz polícia

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução

A motorista de ônibus Thalita de Arantes Lima, de 41 anos, foi encontrada morta com sinais de violência dentro de casa, em São José dos Campos.

Novos detalhes do boletim de ocorrência da Polícia Militar apontam que o corpo apresentava perfurações compatíveis com golpes de arma branca, reforçando a suspeita de feminicídio. O caso foi registrado na Polícia Civil como "morte suspeita".

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Thalita era conhecida entre passageiros do transporte público da cidade, onde atuava como motorista e, anteriormente, como cobradora. Amigos e colegas a descrevem como uma profissional dedicada e próxima da comunidade.

Thalita estava desaparecida e foi encontrada morta

O caso, revelado anteriormente por OVALE, ganhou novos desdobramentos após a análise inicial no imóvel, localizado no bairro Majestic, na região leste da cidade.

Segundo a Polícia Militar, a ocorrência foi registrada na noite de segunda-feira (4), por volta das 22h. O ex-marido da vítima foi quem encontrou o corpo após arrombar o portão da garagem e visualizar a cena pela janela do quarto, acionando a polícia.

Para acessar o interior da residência, equipes precisaram arrombar uma porta lateral de vidro, já que o imóvel estava fechado e o quarto trancado, sem chave no interior.

Marcas de violência e possível arma branca

De acordo com o registro policial, Thalita foi encontrada deitada de lado, sob um cobertor, com vestígios de sangue. Durante os trabalhos periciais, foram identificadas perfurações na região lateral do corpo, próximas ao seio, possivelmente causadas por faca.

O óbito foi confirmado ainda no local por uma equipe do serviço de atendimento avançado. Outro ponto que chama a atenção da investigação é o desaparecimento do carro da vítima, que não estava na garagem.

Posteriormente, no boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, os detalhes colhidos pela PM não foram incluídos no histórico do caso.

Caso segue sob investigação

O corpo apresentava sinais avançados de decomposição, indicando que a morte pode ter ocorrido dias antes da localização. A identificação foi possível após familiares registrarem o desaparecimento.

O caso foi registrado no 6º DP (Distrito Policial) como morte suspeita e encontro de cadáver. A Polícia Civil apura as circunstâncias e não descarta nenhuma linha de investigação, incluindo a possibilidade de feminicídio.

Equipes da Polícia Científica e do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) participaram da ocorrência. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde exames necroscópicos devem confirmar a causa da morte.

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