O laudo do IML (Instituto Médico Legal) confirmou que a morte de Maria Clara Aguirre Lisboa, de 5 anos, foi causada por asfixia por soterramento. O exame apontou a presença de terra na traqueia, indicando que a criança ainda respirava quando foi enterrada. Também foram identificados sinais de traumatismo craniano, compatíveis com agressões anteriores.
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O corpo da menina foi localizado em outubro de 2025, em uma cova rasa concretada no quintal da casa onde ela morava com a mãe e o padrasto, em Itapetininga (SP). Os dois confessaram o crime e permanecem presos.
Segundo as investigações, o padrasto chegou a enviar um áudio ao pai biológico da criança informando sobre a morte e pedindo que ele parasse de insistir em contato. O caso já vinha sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar meses antes, e o desaparecimento foi denunciado pela avó da vítima.
A audiência de instrução está marcada para o dia 19 de maio. O processo segue em andamento na Justiça.