A família exige justiça em caso de feminicídio em Caçapava e acredita que Claudenir Germano da Silva, de 50 anos, companheiro de Sueli Soares, de 60 anos, esteja escondido após o crime no bairro Vila Velha, região de Caçapava Velha.
Sueli foi encontrada morta na noite deste sábado (25).
Conforme uma das filhas de Sueli, Claudenir seria de Taubaté, mas era casado e vivia com a vítima em Caçapava. Ele é apontado como principal suspeito e também é procurado pela polícia.
Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp
No boletim de ocorrência, ele aparece como investigado. O histórico policial também cita que Sueli convivia havia cerca de três anos com o companheiro.
Familiares relataram à polícia que o casal tinha histórico de desentendimentos. Na noite anterior ao crime, teria ocorrido uma discussão, e Sueli teria pedido que o companheiro deixasse a casa e retornasse em outro momento para retirar os pertences. O relacionamento era de idas e vindas, segundo uma das filhas.
Em uma das discussões anteriores do casal, uma das filhas precisou intervir e separar a briga. Desde o dia do crime, conforme o registro policial, o suspeito não foi localizado. A família acredita que ele esteja escondido.
Família quer Justiça em caso de feminicídio em Caçapava
A morte de Sueli Soares mobiliza familiares, amigos e moradores do bairro Vila Velha, região de Caçapava Velha.. A família quer Justiça e pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Claudenir seja repassada à polícia.
O feminicídio em Caçapava foi registrado após Sueli ser encontrada morta dentro de casa, na Rua das Acácias. A filha da vítima estranhou a falta de contato, a casa trancada e as luzes apagadas. Com ajuda, a família conseguiu acessar o imóvel e encontrou Sueli sem sinais vitais.
Indícios citados no feminicídio em Caçapava
O boletim de ocorrência aponta que uma câmera de monitoramento próxima à porta da cozinha havia sido arrancada. A polícia também registrou o desaparecimento do celular da vítima, de chaves da residência e de câmeras.
No quarto, os policiais constataram marcas compatíveis com agressões, principalmente no rosto, além de pequenos cortes no nariz e marcas nos braços. A perícia foi acionada, e os laudos devem esclarecer a causa da morte e o tempo exato do óbito.
Suspeito teria sido visto com manchas de sangue
O registro policial cita ainda que o suspeito teria sido visto em uma mercearia nas proximidades com manchas de sangue nas mãos. Na ocasião, ele teria alegado que havia se ferido e deixou o local logo depois.
A Polícia Civil apura o caso como homicídio qualificado na modalidade de feminicídio. A investigação deve reunir depoimentos, laudos periciais, imagens e demais vestígios para confirmar a dinâmica do crime.
O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Caçapava. A autoridade policial deve adotar as medidas para localizar o suspeito, esclarecer as circunstâncias da morte e responsabilizar o autor.