A suspeita de estupro envolvendo uma adolescente de 15 anos dentro da UPA Central de Taubaté segue sob investigação da Polícia Civil e mobiliza órgãos de proteção.
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A ocorrência foi registrada na madrugada de terça-feira (21), dentro da UPA Central de Taubaté, onde a adolescente estava internada há mais de 30 dias.
A jovem tem 15 anos e, segundo o boletim de ocorrência, apresenta um quadro psiquiátrico grave, sendo acompanhada de forma contínua pela equipe médica.
O caso também é acompanhado por órgãos de assistência social para garantir a proteção da vítima.
O que diz o relato
De acordo com o registro policial, a adolescente relatou que foi levada por um homem até uma área externa e isolada da unidade, onde teria ocorrido o abuso sem consentimento. Ela também contou o caso a uma enfermeira, o que levou ao acionamento das autoridades.
A denúncia ganhou força após a jovem apresentar sintomas como: náuseas, vômitos e dores ao urinar. Durante visita, ela ainda mencionou à mãe a possibilidade de estar grávida.
Quem é o suspeito
Segundo a ocorrência, o homem apontado pela vítima tem cerca de 45 anos, também era paciente da unidade e se apresentava como pastor.
Ele seria residente de uma clínica de reabilitação em Natividade da Serra.
A Polícia Civil solicitou exame de corpo de delito ao IML (Instituto Médico Legal), que deve confirmar ou descartar a ocorrência de violência sexual. A adolescente também deverá passar por depoimento especial, procedimento adotado em casos com menores de idade.
Prefeitura diz que vai contribuir com a investigação
Procurada por OVALE, a prefeitura informou que contribuirá com a investigação. Veja abaixo a nota na íntegra:
"A Prefeitura de Taubaté informa, referente ao caso citado, que já foi realizado Boletim de Ocorrência na Polícia Civil, acionamento do Ministério Público e do Conselho Tutelar para apuração.
Menor de idade, a paciente é acompanhada pelo Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social). O caso também é acompanhado pela Secretaria de Saúde. A Prefeitura irá contribuir com a investigação, que segue sob sigilo para preservar a adolescente", diz a nota.