INVESTIGAÇÃO

Após estupro coletivo, menina de 12 anos busca proteção em SJC

Por Leandro Vaz | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 1 min
Da redação
Reprodução
DDM registrou o caso
DDM registrou o caso

Após a violência, o medo.

A mãe de menina de 12 anos vítima de um estupro coletivo no Galo Branco, em São José dos Campos, formalizou um pedido de medida protetiva em favor da filha.

O abuso aconteceu em março deste ano, mas a família da vítima só tomou conhecimento do crime quando, semanas depois, imagens do estupro coletivo foram compartilhadas nas redes sociais.

Criança foi violentada por seis homens

De acordo com o relato apresentado às autoridades, a jovem se encontrava em uma área de lazer com pista de skate quando foi abordada por um homem que lhe ofereceu bebidas alcoólicas.

Após ser embriagada e perder os sentidos, ela teria sido conduzida a uma residência nas imediações da praça local, onde sofreu violação sexual por parte de ao menos seis indivíduos.

Os agressores ainda filmaram os atos e publicaram o material em redes sociais. Em seguida, a vítima foi deixada abandonada em um banco na Praça do Galo Branco.

Investigação em andamento

A apuração do caso está a cargo da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).

Especialistas em Direito Penal indicam que os suspeitos podem responder por múltiplos crimes de elevada gravidade. Além da tipificação de estupro de vulnerável, a modalidade coletiva do crime implica o agravamento da pena, conforme estabelece o Código Penal brasileiro.

A legislação nacional também prevê sanções severas para quem produz, registra ou dissemina imagens de conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes. Há indicativos de participação de pessoas maiores de idade no crime, o que deve resultar em responsabilizações mais rigorosas em relação a eventuais menores envolvidos.

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