CONFESSOU O CRIME

Filho mata mãe e esconde corpo dentro de casa por 3 dias

Por Da redação | Brasil
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução

Um crime brutal chocou o país: uma mulher de 52 anos foi assassinada pelo próprio filho, que manteve o corpo escondido dentro de casa por três dias antes de confessar o homicídio à polícia.

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A vítima, identificada como Rosilene Pedro da Silva Pereira, foi morta na noite de domingo (5), dentro da residência da família, localizada no bairro Arnaldos, na cidade de Campo Belo (MG).

Dois dias depois, na terça-feira (7), o filho, Jorge Miguel da Silva, de 27 anos, procurou a polícia para registrar o desaparecimento da mãe. Ele alegou que a vítima fazia uso de medicamentos controlados e que já havia sumido em outras ocasiões.

Desconfiança levou polícia até o corpo

A versão apresentada pelo suspeito, no entanto, levantou desconfiança entre amigas da vítima, que acionaram a polícia. Agentes foram até a casa, último local onde Rosilene havia sido vista.

Com autorização do próprio filho, os policiais entraram no imóvel e encontraram o corpo da mulher. Diante das evidências, Jorge confessou o crime.

Segundo o relato, mãe e filho discutiram por questões financeiras por volta das 18h de domingo. Durante o desentendimento, ele teria empurrado a vítima, e ambos caíram. Em seguida, ele a enforcou até a morte.

Corpo ficou três dias escondido

De acordo com a investigação, o corpo permaneceu dentro da residência por cerca de três dias. Para tentar disfarçar o odor, o suspeito utilizou produtos químicos.

A polícia também apurou que Jorge planejava esquartejar o corpo da mãe para ocultar o crime. Ele teria buscado em grupos de WhatsApp uma bombona plástica de 200 litros e comprado uma machadinha, que chegou a ser levada para afiação.

O objeto seria retirado nesta quinta-feira (9), mas o dono do estabelecimento, ao reconhecer o suspeito após a repercussão do caso, acionou as autoridades e entregou a ferramenta.

Histórico de violência doméstica

Testemunhas relataram que havia um histórico de conflitos e violência doméstica na residência, embora a vítima nunca tenha registrado ocorrência formal.

O caso é investigado como feminicídio. Jorge foi preso em flagrante, confessou o crime e foi encaminhado ao sistema prisional.

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