TAUBATÉ

Câmara aplaude exoneração de diretora do RH da Prefeitura

Por Sessão Extra | Taubaté
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/CMT
Com sete votos a favor e seis contra, Câmara de Taubaté aprovou moção de aplausos à exoneração da diretora de Administração de Pessoal e Recursos Humanos da Prefeitura
Com sete votos a favor e seis contra, Câmara de Taubaté aprovou moção de aplausos à exoneração da diretora de Administração de Pessoal e Recursos Humanos da Prefeitura

Aplausos
A Câmara de Taubaté aprovou nessa terça-feira (31) uma moção de aplausos à exoneração de Rosandra Elizabeth Padron Armada, que entre janeiro de 2025 e a semana passada ocupou o cargo de diretora de Administração de Pessoal e Recursos Humanos na Prefeitura.

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Autoria
A moção foi proposta pelo vereador Diego Fonseca (PL), que não integra a base aliada ao prefeito Sérgio Victor (Novo). Foi o prefeito que assinou a portaria de exoneração.

A favor
A moção foi aprovada, mas recebeu voto favorável de apenas 7 dos 18 vereadores presentes na sessão: Bilili de Angelis (PP), Diego Fonseca (PL), Douglas Carbonne, Isaac do Carmo (PT), Jessé Silva (Podemos), Dentinho (PP) e Talita (PSB) - desses, apenas Bilili, Jessé e Dentinho são da base aliada ao prefeito.

Contra
Outros seis vereadores, todos da base aliada, votaram contra a moção: Alberto Barreto (PRD), Neneca (PDT), Nicola Neto (Novo), Nunes Coelho (Republicanos), Edson Oliveira (PSD) e Zelinda Pastora (PRD).

Abstenção
Dois vereadores da base aliada registraram abstenção: Ariel Katz (PDT) e Bobi (PRD). Moises Pirulito (PL) e Vivi da Rádio (Republicanos) estavam na sessão, mas não registraram votos. Boanerge dos Santos (União) está de licença médica. Presidente da Câmara, Richardson da Padaria (União) não votou.

Correção
O texto da moção afirma que a exoneração de Rosandra "atende às legítimas demandas dos servidores públicos municipais e representa um passo necessário na correção de decisões que impactaram diretamente seus direitos e sua valorização".

Insatisfação
Ainda de acordo com a moção, "diversas decisões na área de Recursos Humanos causaram grande insatisfação entre os servidores públicos municipais, especialmente em razão de medidas adotadas sob a responsabilidade da referida gestora que impactaram diretamente direitos, gerando insegurança, prejuízos e sentimento de desvalorização".

Tardia
A moção conclui que a exoneração foi "tardia" e que, "por si só, não é suficiente, sendo necessário avançar na revisão das medidas que retiraram direitos e promover a devida recomposição das garantias dos servidores".

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