IMPUNIDADE

SJC: Suspeito de matar Thales foi preso e liberado antes do crime

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução

Um dos suspeitos de participação na morte de Thales Rudson Torres, de 23 anos, já havia sido preso cerca de um mês antes do crime, por tráfico de drogas, mas acabou sendo liberado em São José dos Campos. A informação consta em registros policiais e passou a integrar a linha de investigação da Polícia Civil.

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Na ocasião anterior, em 11 de fevereiro, o suspeito foi detido pela GCM (Guarda Civil Municipal) na região leste de São José. Segundo o boletim de ocorrência, ele tentou fugir ao perceber a aproximação da equipe e descartou uma sacola com entorpecentes durante a perseguição.

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Dentro da sacola, os agentes encontraram uma grande quantidade de drogas, incluindo porções de crack, maconha e cocaína, além de dinheiro em espécie. O caso foi registrado como tráfico de drogas, e o homem chegou a ser preso em flagrante.

Apesar disso, ele acabou sendo liberado posteriormente, na audiência de custódia.

Prisões após homicídio

Já nesta segunda-feira (30), o mesmo suspeito voltou a ser preso, desta vez por envolvimento no assassinato de Thales. De acordo com a Polícia Civil, há indícios de que ele participou diretamente da ação criminosa.

As investigações apontam que a vítima foi abordada, rendida e colocada à força dentro de um veículo por um grupo de indivíduos. Em seguida, foi levada a um local isolado, onde acabou executada com disparos de arma de fogo.

Durante as diligências, os investigadores identificaram que um dos envolvidos havia dado entrada em um hospital da região com ferimento provocado por tiro. O suspeito foi localizado na unidade de saúde.

Em depoimento, ele confirmou o ferimento na mão, mas apresentou uma versão considerada inconsistente pela polícia. A principal hipótese é de que a arma que o atingiu seja a mesma utilizada no homicídio.

Investigação em andamento

A Polícia Civil segue apurando o caso para identificar outros envolvidos e esclarecer a motivação do crime. O suspeito permanece preso à disposição da Justiça.

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