EM GUARATINGUETÁ

Polícia apreende aves silvestres e arma com registro do Exército

Por Da redação | Guaratinguetá
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/ Governo de SP
Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

Uma denúncia anônima sobre extração ilegal de palmito e caça predatória levou uma operação da Polícia Militar Ambiental a uma fazenda na Estrada das Pedrinhas, no bairro das Pedrinhas, em Guaratinguetá.

A ação ocorreu na tarde da última quarta-feira (25) e resultou na apreensão de aves mantidas ilegalmente em cativeiro e de uma arma de fogo com número de armamento do Exército Brasileiro.

Crime Ambiental

No local, os policiais encontraram duas residências fechadas. Na área externa, visualizaram diversas gaiolas com pássaros silvestres e cães de caça num canil.

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A entrada na propriedade foi autorizada pela esposa do proprietário, que confirmou que os animais e o armamento pertenciam ao seu marido, identificado pelas iniciais R.d.S. No total, foram resgatadas seis aves sendo:

  • um coleirinho;
  • um sabiá;
  • dois trinca-ferros;
  • dois bigodinhos;

Além dos pássaros, a polícia apreendeu dois estilingues e uma armadilha do tipo "bate".

Arma de Fogo

Durante a vistoria, a moradora indicou a existência de uma espingarda calibre .32 na residência. A arma, descrita como uma herança familiar, continha seis cartuchos íntegros. Ao consultar a numeração do armamento, verificou-se que se tratava do número de registro de um revólver da marca Castelo, enviado ao Exército Brasileiro em 30 de novembro de 1999, que não condiz com a espingarda apresentada.

Crimes registrados

O caso foi registrado no Plantão da Delegacia Seccional de Guaratinguetá. As ocorrências foram tipificadas como crime contra o meio ambiente (matar ou manter espécimes da fauna silvestre em cativeiro -Art. 29 da Lei 9.605/98) e posse irregular de arma de fogo de uso permitido (Art. 12 da Lei 10.826/03).

As aves e os objetos de caça foram entregues à Polícia Militar Ambiental para a destinação adequada, com previsão de envio ao Ibama. A arma e as munições passarão por exame pericial. O proprietário não foi localizado durante a ação e deverá responder pelos crimes posteriormente.

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