A Polícia Civil investiga o assassinato de Francisco Lopes de Assis, de 58 anos, ocorrida na noite desta segunda-feira (16), no bairro Parque Novo Horizonte, na zona leste de São José dos Campos. Um adolescente de 15 anos confessou ter matado a vítima.
Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp
O crime, de acordo com o depoimento de testemunhas, teria sido motivado pelo fato de Assis supostamente manter um relacionamento com uma adolescente de 15 anos, amiga do autor do crime, o que gerou desentendimentos e culminou no assassinato.
De acordo com o boletim de ocorrência, Assis foi atacado com golpes de faca enquanto estava dentro de um veículo, nas proximidades de uma escola. Mesmo ferido, ele ainda tentou dirigir, mas perdeu o controle do carro e parou na via pública.
Equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionadas e tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu aos ferimentos.
Menor é apreendido pela polícia
Um adolescente de 15 anos foi apreendido em flagrante, apontado como autor do crime. Segundo testemunhas, ele já havia demonstrado intenção de matar o homem que havia começado o relacionamento com a jovem.
A adolescente que mantinha vínculo com a vítima relatou à polícia que já havia ocorrido uma discussão anterior, com troca de ameaças entre o homem e o menor. No dia do crime, ambos voltaram a se encontrar nas proximidades da escola, onde houve novo desentendimento que terminou com o ataque.
Investigação de homicídio
Em depoimento, o menor afirmou que foi até o local para conversar com a vítima sobre as ameaças anteriores, mas levou uma faca e acabou desferindo os golpes após se sentir ameaçado.
A Polícia Civil destacou que o jovem já possui histórico de ato infracional envolvendo violência com faca, ocorrido anteriormente no estado de Minas Gerais.
Diante dos fatos, o adolescente foi apreendido e a autoridade policial solicitou a internação provisória, medida prevista no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), enquanto o caso segue em investigação.