VIOLÊNCIA

Homem que matou filha de 5 anos por xixi no chão é achado morto

Por Da Redação | Carmo do Paranaíba (MG)
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Homem que matou filha de 5 anos por xixi no chão é achado morto
Homem que matou filha de 5 anos por xixi no chão é achado morto

Um detento condenado por torturar e matar a própria filha, de cinco anos, foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (11) dentro de uma cela do sistema prisional. Segundo informações oficiais, ele foi localizado sem sinais vitais após agentes penitenciários serem acionados para verificar a situação.

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O caso ocorreu no Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo, em Carmo do Paranaíba, em Minas Gerais. De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, policiais penais foram chamados por volta das 6h20 para checar o estado do preso Adrian Juliano Martins Herculano.

Ao entrarem na cela, os agentes encontraram o detento pendurado por uma corda improvisada feita com um lençol. Ele já estava sem sinais vitais quando foi localizado.

A direção da unidade informou que as medidas administrativas previstas foram adotadas e que um procedimento interno foi aberto para apurar as circunstâncias da morte. Presos que dividiam a cela com Adrian também deverão prestar esclarecimentos ao Conselho Disciplinar do presídio.

Segundo a Sejusp, Adrian estava custodiado na unidade desde 14 de fevereiro de 2025, embora já tivesse registros no sistema prisional desde 2020. Ele cumpria pena por um crime cometido em janeiro de 2023.

O caso ocorreu em Monte Santo de Minas, no Sul de Minas, quando o homem foi acusado de matar a própria filha após se irritar porque a criança teria urinado no chão. Conforme a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), ele torturou a menina, provocou sua morte e depois ateou fogo no corpo na tentativa de ocultar o crime.

No julgamento, o Conselho de Sentença acatou integralmente a denúncia apresentada pelo Ministério Público. Adrian foi condenado a 33 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado, além de ocultação e vilipêndio de cadáver. A morte do detento dentro da unidade prisional segue sob investigação.

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