JOÃO LENON PROCURADO

'Roubou nossa vida': família de Ana pede prisão de marido no Vale

Por Da redação | Paraibuna
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
João Lenon e  Ana Luiza, que foi assassinada em Paraibuna
João Lenon e Ana Luiza, que foi assassinada em Paraibuna

A família de Ana Luiza Fonseca dos Santos, de 58 anos, pede justiça para a morte dela, que foi encontrada sem vida dentro da residência. O principal suspeito é o marido dela, João Lenon Alves dos Santos, de 34 anos, que está sendo procurado pela polícia.

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Ele é suspeito de matar a própria esposa a facadas na tarde desta segunda-feira (16), em Paraibuna. O assassinato aconteceu na residência do casal. Segundo a polícia, ela foi atingida com ao menos nove facadas.

O caso é investigado como feminicídio, e a Justiça já recebeu pedido de prisão preventiva contra o suspeito, que está foragido.

“Ele roubou a nossa vida”, disse uma familiar. “A gente nunca imagina que uma tragédia como essa pode acontecer na sua família. Esse homem precisa ser encontrado e pagar pelo que fez”.

O crime.

De acordo com o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Civil foram acionadas após denúncia de um possível feminicídio. No local, o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) apenas confirmou o óbito.

Testemunhas relataram que o próprio companheiro teria cometido o crime. O irmão do suspeito contou aos policiais que João Lenon confessou o assassinato.

Dentro do imóvel, os agentes encontraram vestígios de sangue espalhados pela casa, indicando violência extrema. A área foi isolada para o trabalho da perícia técnica, e o corpo foi removido pelo IML (Instituto Médico Legal).

Segundo o registro policial, após o crime, o suspeito teria ligado para familiares e assumido a autoria do homicídio. A conversa foi gravada por uma parente e anexada ao inquérito como prova. Depois disso, João Lenon fugiu e não foi localizado até o momento. Informações não confirmadas apontam que ele poderia ter ido para o Litoral Norte.

Prisão preventiva.

A Polícia Civil informou que há prova da materialidade do crime, confirmada pela localização do corpo e pelos vestígios periciais, além de indícios de autoria baseados em testemunhos e na gravação telefônica.

O pedido de prisão preventiva foi fundamentado na gravidade do feminicídio, na necessidade de garantir a ordem pública, na conveniência da investigação e para assegurar a aplicação da lei penal, já que o suspeito deixou o local após o assassinato.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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