OPERAÇÃO EM JACAREÍ

Polícia fecha fábrica clandestina e apreende 500 kg de palmito

Por Jesse Nascimento | Jacareí
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Materiais apreendidos na fábrica clandestina de palmito, em Jacareí
Materiais apreendidos na fábrica clandestina de palmito, em Jacareí

Uma fábrica clandestina de palmito foi fechada pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Jacareí nesta sexta-feira (16), na rua Tupari, no bairro Igarapés, na zona rural da cidade. Quase meia tonelada do produto foi apreendida durante a ação.

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Segundo a Polícia Civil, os policiais da equipe de patrimônios da DIG de Jacareí chegaram ao imóvel durante uma operação voltada à captura de foragidos da Justiça. No local, a equipe identificou uma fábrica clandestina de palmito usada para envase e conserva irregular de palmitos supostamente adquiridos de forma ilegal.

De acordo com o relato policial, a equipe chegou ao endereço e foi atendida por um homem. Ao perceber que se tratavam de policiais, ele teria tentado fugir, mas foi alcançado e abordado.

O idoso, de 62 anos, é suspeito e afirmou aos agentes que correu porque o local funcionava como uma fábrica clandestina de palmito, dedicada ao envasamento e à conserva irregular do produto.

Durante a vistoria, os investigadores relataram a existência de diversos recipientes e materiais usados no processo de envase. Segundo a DIG, parte desses recipientes seria lavada e reutilizada de forma irregular, sem higienização adequada, o que reforçou a suspeita de crime contra a saúde pública.

Em um dos quartos do imóvel, ainda segundo a polícia, foram encontrados milhares de recipientes com palmito já envasado, armazenados sem refrigeração. A informação é que o material seria rotulado e encaminhado para venda em Jacareí e região.

Ao todo, foram apreendidos quase 500 quilos de palmito. Por causa do volume, a Polícia Civil solicitou apoio da Vigilância Sanitária para auxiliar na contagem e no descarte correto do produto e de materiais considerados impróprios para armazenamento e conserva.

A DIG de Jacareí informou que toda a carga estava vinculada à fábrica e foi separada para destinação adequada, evitando que o produto chegasse ao consumidor.

O suspeito foi autuado em flagrante e permaneceu à disposição da Justiça. Segundo a Polícia Civil, ele deve responder por crime ambiental, crime contra a saúde pública e falsificação.

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