O jovem funcionário de uma empresa de São José dos Campos que teve o cabelo cortado pelo patrão confirmou em comentário nas redes sociais de que tudo foi “100% consensual” e que não passou de uma brincadeira. Veja o vídeo aqui.
Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp
O caso ganhou repercussão após ser noticiado em OVALE, com críticas à postura do empresário Wellington De Tarso, 34 anos, que aparece cortando o cabelo rosa do funcionário no escritório.
“Gente pelo amor de Deus, é um descaso tão grande, está literalmente escrito na notícia que foi uma ideia minha e do meu primo, 100% consensual. Chega a ser engraçado ter que ler esse tipo de comentário”, escreveu Matheus Kingola, videomaker e fotógrafo.
A declaração foi uma reação aos comentários negativos dados ao vídeo postado na página do Instagram do empresário. Na cena, ele corta o cabelo à revelia do empregado, que parece contrariado.
A imagem mostra Wellington segurando uma máquina e cortando o cabelo do funcionário no escritório, o que gerou críticas de internautas. “Esses empresários autoritários deveriam ser banidos do mercado”, diz um comentário.
Segundo Wellington, tudo não passou de uma brincadeira ensaiada com o funcionário, que é parente dele.
Outros internautas confirmaram que o corte de cabelo estava combinado entre o funcionário e o empresário.
“Foi combinado. Matheus deu a ideia, trouxe a máquina e pediu para fazer isso e viralizar, além disso, fez questão de criar toda edição do vídeo. Segue nossa página galera, fazemos um marketing que trás visibilidade e consequentemente aumentando as vendas”, disse Gabriel de Assis.
“O que ninguém sabe é que o Wellington é o líder mais sensacional que todos da Seven Aceleradora já tiveram, é impressionante o cara lidar com tanta pressão e nunca ter deixado respingar em ninguém da equipe, sempre tratando com tanta calma que chega assustar. E obviamente foi uma publi, Matheus (recentemente careca), já iria raspar o cabelo e deu a ideia de gravar”, afirmou Caíque Garcia.
Embora combinada, porém, a cena tem um fundo de verdade. O empresário sustenta que, na empresa dele, a aceleradora de negócios Seven, quem faz as regras é ele, e todos devem segui-las. “A gente tem uma cultura na empresa. Como a gente atende clientes de alto padrão, a gente tem cultura de vestimenta e tal. Mas aquilo lá foi arranjado”, disse Wellington.
“Ele chegou de fato com o cabelo rosa, mas já ia pintar o cabelo. Aí a gente sugeriu e fez a brincadeira. Eu postei em compartilhado. É colaborativo com ele. Mas sim, a gente tem uma cultura. Mesmo que ele fosse ficar com o cabelo rosa, não daria no nosso trabalho, mas aquilo lá foi combinado”, afirmou.