Amado pelos alunos e reconhecido pelo trabalho em sala de aula, o professor João Emmanuel Moura, de 32 anos, foi morto após cair em uma emboscada no domingo (4), em Sobradinho 2, no Distrito Federal.
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A Polícia Civil investiga o crime como homicídio e apura se a vítima foi atraída por meio de um aplicativo de relacionamentos antes de ser brutalmente atacada.
O corpo do professor foi encontrado em uma parada de ônibus às margens da DF-150, com graves lesões na cabeça, indícios de que ele pode ter sido surpreendido durante o ataque.
Segundo as primeiras apurações, o jovem professor pode ter sido atraído para uma emboscada por um homem que teria conhecido por meio do aplicativo de relacionamentos Grindr, voltado ao público masculino. Essa é, até o momento, a principal linha de investigação da polícia.
Professor foi atacado de forma violenta
O corpo de João Emmanuel apresentava lesões contundentes na cabeça, especialmente na região dos olhos e na parte posterior do crânio, o que indica que ele pode ter sido surpreendido durante o ataque. A violência dos golpes chamou a atenção dos investigadores logo nos primeiros levantamentos feitos no local.
O professor já foi encontrado sem vida, e não houve tempo para atendimento médico.
Celular foi apreendido e mensagens são analisadas
Durante a ocorrência, a Polícia Civil apreendeu o celular da vítima, que passou por perícia. No aparelho, os investigadores localizaram conversas trocadas com diversos homens, que agora são analisadas e podem ajudar a esclarecer quem esteve com João Emmanuel antes do crime.
Esses contatos passaram a integrar a lista de suspeitos, e diligências seguem em andamento para identificar o autor ou autores do homicídio.
Escola lamenta morte do professor
João Emmanuel Moura era professor do Instituto São José, escola particular localizada em Sobradinho. Em nota oficial, a instituição lamentou profundamente a morte do educador, descrito como muito querido pelos alunos e colegas.
“Ele não foi apenas um profissional dedicado, mas uma presença luminosa que marcou profundamente a história de nossa instituição e a vida de nossos alunos. Sua trajetória em nossa comunidade escolar será lembrada com imensa gratidão e respeito”, destacou o comunicado.
Investigação segue em andamento
O caso segue sob responsabilidade da PCDF, que trata a ocorrência como homicídio qualificado. Informações que possam ajudar na identificação do autor podem ser repassadas de forma anônima à polícia.