Uma moradora de Taubaté registrou ocorrência por estelionato após ser vítima de um golpe aplicado por meio de contatos telefônicos e mensagens via WhatsApp. O caso foi atendido pelo plantão policial e encaminhado ao 2º Distrito Policial de Taubaté, responsável pela investigação.
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De acordo com o relato da vítima, os contatos começaram ainda em 2024, quando uma mulher passou a se apresentar como funcionária de uma instituição financeira, utilizando o nome “Marta”. A golpista oferecia a liberação de um empréstimo no valor de R$ 5 mil, desde que fossem realizados depósitos e transferências bancárias para “custos operacionais” e liberação do crédito.
Convencida pela falsa proposta, a moradora realizou diversas transferências bancárias para contas indicadas pela suposta funcionária do banco. Somados, os valores ultrapassaram R$ 230 mil, conforme comprovantes apresentados à Polícia Civil.
A fraude só foi percebida no dia 28 de novembro de 2025, quando a vítima recebeu novo pedido de dinheiro no valor de R$ 1 mil. Diante da insistência e da ausência do empréstimo prometido, ela desconfiou da veracidade da negociação e procurou a delegacia para registrar o caso.
O boletim de ocorrência foi classificado como estelionato qualificado, crime que prevê pena de até oito anos de prisão quando a fraude ocorre por meio de redes sociais, telefone ou aplicativos de mensagens.
A Polícia Civil orientou a vítima sobre os prazos legais para eventual representação criminal e informou que o caso será investigado para tentar identificar os responsáveis e rastrear as contas bancárias utilizadas no golpe.
Alerta da polícia.
A Polícia Civil reforça que instituições financeiras não cobram taxas antecipadas para liberação de empréstimos e orienta que qualquer oferta feita por telefone, especialmente quando exige transferências imediatas, deve ser encarada com desconfiança. Em casos suspeitos, a recomendação é procurar diretamente o canal oficial do banco e evitar repassar documentos ou realizar pagamentos sem confirmação da origem.