
Uma mulher de 50 anos, acusada de matar o próprio cão, foi liberada pela Justiça nesta quarta-feira (2), um dia após o ocorrido. O caso foi registrado no bairro Porto Novo, em Caraguatatuba, no litoral norte paulista.
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A suspeita participou de uma audiência de custódia e obteve liberdade provisória, mediante o cumprimento de medidas cautelares. Ela deverá comparecer à Justiça sempre que for intimada e está impedida de alterar seu endereço sem autorização judicial.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada na tarde de terça-feira (1) para atender a uma denúncia de maus-tratos contra animal. Ao chegar ao local, os agentes encontraram um cachorro da raça Yorkshire morto na calçada, com sinais visíveis de agressão, como o focinho fraturado e o rosto ensanguentado.
Ainda segundo o registro policial, a própria mulher admitiu ter cometido o ato. Durante a abordagem, ela se lançou ao chão e passou a gritar pelo filho, um jovem de 26 anos. O rapaz avançou contra os policiais e teve de ser contido com o uso de uma arma de choque. Ele foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica.
Ambos receberam voz de prisão. O caso foi enquadrado como maus-tratos a animais e resistência à prisão. O filho foi ouvido e liberado em seguida, enquanto a mulher permaneceu detida até a decisão judicial que garantiu sua soltura.
O corpo do animal foi recolhido por equipes do Centro de Controle de Zoonoses de Caraguatatuba para as providências cabíveis.