MORTE

Rapaz de 27 anos morre eletrocutado em fábrica de Taubaté

Erik trabalhava na fábrica Campo Limpo Plásticos, era eletricista do local e fazia a manutenção de uma máquina

Por Leandro Vaz | 21/05/2024 | Tempo de leitura: 1 min
Taubaté
Da redação

Reprodução

Acidente aconteceu em fábrica de Taubaté
Acidente aconteceu em fábrica de Taubaté

Foi enterrado no Cemitério Municipal de Moreira César, em Pindamonhangaba, o corpo do jovem Érik Henrique Bretas de Oliveira Ricioni, 27 anos, morto vítima de uma choque elétrico enquanto trabalhava em uma fábrica, em Taubaté. Erik trabalhava na fábrica Campo Limpo Plásticos, era eletricista do local e fazia a manutenção de uma máquina.

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Segundo o boletim de ocorrência, o rapaz recebeu uma descarga elétrica de 440 volts. O Samu foi acionado, chegou a realizar manobras para tentar reanimar Érick, mas ele morreu na madrugada dessa segunda-feira (20).

O caso foi registado como morte acidental e suspeita pela Delegacia de Taubaté.

Em nota, a empresa Campo Limpo disse que "se solidariza com os familiares, amigos e colegas de trabalho que tiveram a oportunidade de conviver com Erik, que estava há pouco mais de um ano na empresa".

“Estamos prestando todo o apoio e assistência à família neste momento de consternação e que continuará a fornecer o suporte necessário".

A empresa afirma que abriu um processo interno para investigar as causas do acidente e que está à disposição das autoridades.

Érick foi velado no velório do Sesolupi e enterrado na tarde dessa segunda.

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2 COMENTÁRIOS

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  • FERNANDO JOSE FELICIANO
    22/05/2024
    Eu entendo a necessidade de não interrupção de um processo de produção, mas se não se pode trabalhar com o sistema sem estar energizado, que pelo menos se use EPI\'s, não sei se é o caso, mas além de EPI estar atento a superfícies energizadas que possam ser tocadas acidentalmente por alguma parte não protegida do corpo.
  • Robson
    22/05/2024
    Sou Eletricista. Como quase todos, sofri descarga elétrica para não interromper o trabalho das pessoas que seriam afetadas, com o necessário seccionamento da energia elétrica... Sabemos dos riscos, mas a pressão velada das pessoas, acabamos nos submetendo, para evitar queixas, entre outras coisas... Tenho 61 anos. Sempre que tomo conhecimento de tragédias como essas com colegas Eletricistas fico muito triste ainda mais neste caso, um jovem com tanta vida pela frente e seus entes queridos, com uma perda inesperada... Que amigos, famiares, tenham forças e apoio de todos!