Os integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura a atuação de guardas municipais em Araçatuba realizaram, na última semana, uma reunião no plenário da Câmara. Ao longo de cerca de três horas, sete pessoas foram ouvidas.
Prestaram depoimento quatro guardas municipais, além do chefe de gabinete do prefeito, um assessor responsável por atos oficiais e o diretor de recursos humanos da Prefeitura. A comissão busca esclarecer possíveis irregularidades relacionadas ao exercício das funções desses profissionais.
De acordo com o presidente da CPI, o vereador Gilberto Batata Mantovani (PSD), os questionamentos focaram especialmente na atuação de agentes que fazem a segurança do prefeito, incluindo informações sobre viagens, recebimento de diárias e a concessão de funções gratificadas.
A comissão é formada ainda pelos vereadores Luís Boatto (Solidariedade), que atua como relator, e João Moreira, membro do grupo. O objetivo central é investigar denúncias de que guardas municipais estariam sendo designados para atividades diferentes das previstas, como a segurança pessoal do chefe do Executivo e de familiares.
Além disso, os parlamentares analisam possíveis irregularidades na utilização de servidores públicos e na concessão de benefícios adicionais. A próxima etapa será a elaboração do relatório final, que poderá indicar o arquivamento do caso ou a abertura de uma Comissão Processante para aprofundar as apurações.
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