Cinco meses após o desaparecimento de Jeferson Silva de Souza, de 38 anos, a família ainda vive dias de incerteza e angústia sem qualquer resposta sobre o paradeiro dele. O caso teve início em 16 de novembro de 2025, e até esssa segunda-feira, 20 de abril, não houve avanço nas investigações.
Jeferson morava com os pais em uma chácara às margens da rodovia João Traficante, no km 19, ao lado de uma igrejinha conhecida na região. Segundo o pai, de 61 anos, o filho tinha o costume de sair por alguns dias para trabalhar e depois retornar para casa.
No entanto, no dia do desaparecimento, três homens foram até a propriedade e chamaram Jeferson. Ele entrou no carro com eles e, antes de sair, os indivíduos teriam dito ao pai que talvez o filho não voltasse, além de orientá-lo a não procurar a polícia.
Sem notícias, o pai registrou um boletim de ocorrência no dia 21 de novembro. Dias depois, um homem em uma motocicleta foi até a chácara e afirmou que haviam “dado um fim” em Jeferson, reforçando a ameaça para que a família não acionasse as autoridades, sob risco de sofrer consequências.
A dor da ausência também atinge diretamente a filha de Jeferson, que está prestes a se formar em biomedicina e enfrenta o momento sem a presença do pai - algo que ela sempre desejou. A falta de respostas tem abalado profundamente a jovem, que convive com a incerteza e a angústia de não saber o que aconteceu com o pai.
Desde então, não há informações concretas sobre o paradeiro de Jeferson nem sobre a identidade dos envolvidos. A família teme pela segurança e acredita que ele possa estar morto, mas segue aguardando respostas.
O caso segue sem solução e deve continuar sendo investigado pelas autoridades.
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