ALERTA INTERNACIONAL

Polícia prende homem com mais de 240 vídeos ilegais de crianças

Por Laís Bachur | de Franca
| Tempo de leitura: 1 min
Polícia Civil
Policia Civil fez a prisão do suspeito de 43 anos nesta sexta-feira, 17
Policia Civil fez a prisão do suspeito de 43 anos nesta sexta-feira, 17

A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, nesta sexta-feira, 17, um homem de 43 anos suspeito de armazenar material ilegal envolvendo crianças e adolescentes. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Passos (MG), a 110 KM de Franca.

O investigado, que mora na cidade de Cássia, no Sul de Minas, foi alvo de mandado de prisão temporária. Simultaneamente, os policiais também cumpriram mandado de busca e apreensão na residência dele.

As apurações começaram após uma denúncia internacional encaminhada pelo National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), entidade que atua no combate à exploração sexual infantil e no desaparecimento de menores.

Segundo a polícia, o suspeito teria cometido o crime de forma repetida, enquadrado no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que trata da posse e armazenamento de material com conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes.

Durante as diligências, os investigadores localizaram ao menos 247 arquivos, entre fotos e vídeos, armazenados em dispositivos eletrônicos e plataformas digitais, como Google Photos e Telegram. A quantidade e a forma de armazenamento indicam, de acordo com a polícia, a continuidade da prática criminosa.

A delegada responsável pelo caso, Mariana Fioravante, destacou a gravidade desse tipo de material. “A disseminação desse material contribui diretamente para a perpetuação da exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes, causando danos irreparáveis às vítimas”, afirmou.

Diante dos elementos reunidos, a autoridade policial solicitou à Justiça a expedição dos mandados, que foram devidamente cumpridos.

O homem foi encaminhado ao Presídio de Passos, onde permanece à disposição do Poder Judiciário. As investigações seguem em andamento para identificar possíveis outros envolvidos e verificar a existência de novos crimes relacionados ao caso.

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