VIOLÊNCIA NA ESCOLA

Após agressão, professora é hospitalizada em SJC; aluno é detido

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução

Após ter sido agredida por um aluno, uma professora de 62 anos precisou ser hospitalizada após sofrer uma convulsão dentro de uma escola municipal em São José dos Campos.

O caso aconteceu na manhã desta terça-feira (7), na Escola Municipal de Ensino Fundamental Integral Professora Maria Ofélia Veneziani Pedrosa, no bairro Jardim Pôr do Sol.

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De acordo com o boletim de ocorrência, a agressão ocorreu após a professora retirar a prova de um estudante de 14 anos por suspeita de cola. O adolescente deixou a sala sem autorização, acompanhado de outros quatro alunos, e passou a circular pelo corredor, provocando a professora.

Para evitar novas interrupções, a docente fechou a porta da sala e bloqueou a entrada com uma carteira. No momento em que decidiu reabrir, o aluno apontado como principal autor chutou a porta com força. O impacto atingiu a professora, que caiu no chão.

Professora sofre convulsão, enquanto alunos a chamam de 'velha'

Imagens do sistema de segurança da escola mostram que, após a queda, a vítima apresentou convulsão. Quando equipes da GCM (Guarda Civil Municipal) chegaram ao local, ela ainda estava desorientada.

Além da agressão física, o registro policial diz que os adolescentes ofenderam a vítima com expressões como “sua velha” e “essa velha aí”.

A professora foi socorrida pela filha e encaminhada para atendimento médico, permanecendo hospitalizada até o momento do registro da ocorrência.

Apreensão e investigação

O adolescente responsável pelo chute foi apreendido em flagrante por ato infracional análogo a lesão corporal, dano ao patrimônio público e injúria contra pessoa idosa. Ele foi encaminhado à Fundação CASA.

Os outros quatro alunos envolvidos foram identificados e responderão por ato infracional análogo à injúria. Após prestarem depoimento, foram liberados na presença dos responsáveis.

A investigação conta com imagens das câmeras de segurança e o depoimento de uma testemunha, que confirmou a versão apresentada pela vítima. Mesmo hospitalizada, a professora manifestou interesse em representar formalmente contra os envolvidos.

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