MOTORISTA POSSESSO

Quase 50 mil buracos tapados e o problema persiste em Campinas

Por Flávio Paradella | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/PMC
Prefeitura já fechou quase 50 mil buracos em 2026, mas problema segue entre as principais queixas de motoristas na cidade.
Prefeitura já fechou quase 50 mil buracos em 2026, mas problema segue entre as principais queixas de motoristas na cidade.

O número impressiona — mas não resolve. Em apenas três meses, Campinas já contabiliza 49.784 buracos tapados, um volume que revela o tamanho do esforço da Prefeitura… e, ao mesmo tempo, a dimensão do problema enfrentado nas ruas.

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Apesar da intensidade das ações, os buracos seguem entre as principais reclamações de motoristas, sobretudo em vias de maior circulação, onde o desgaste do asfalto ocorre de forma mais acelerada.

Ao longo das últimas semanas, equipes da Secretaria de Serviços Públicos têm atuado em diferentes pontos da cidade. No Jardim Roseira, por exemplo, trechos danificados passaram por recomposição do pavimento, enquanto na região central, no cruzamento da General Glicério com a Doutor Quirino, foi necessário refazer completamente partes do asfalto comprometidas pelo tráfego pesado.

Somente nesse primeiro trimestre, os trabalhos consumiram quase 15 toneladas de massa asfáltica, refletindo a escala das intervenções realizadas diariamente.


Divulgação/PMC

Paralelamente ao tapa-buraco, a Prefeitura mantém outras frentes de zeladoria urbana. Serviços de roçagem e limpeza foram executados em bairros como Vila Boa Vista, Cidade Jardim e Jardim Roseira, incluindo áreas de uso frequente da população, como praças e espaços públicos.

Na Vila Boa Vista, a manutenção da Praça Alzira Pereira de Souza Santos contou com a atuação de reeducandos em parceria com o sistema prisional, enquanto no Cidade Jardim houve limpeza em área próxima ao pontilhão da Rodovia Anhanguera, com apoio de máquinas e caminhões.

Ainda assim, o cenário revela um desafio contínuo. A velocidade com que o asfalto se deteriora acompanha — e muitas vezes supera — o ritmo das equipes de manutenção, criando uma sensação constante de problema não resolvido.

Na prática, enquanto milhares de buracos são fechados, outros continuam surgindo, mantendo o tema no centro das queixas da população e exigindo um esforço permanente do poder público.

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