Um caso envolvendo um aluno de apenas 5 anos está sendo investigado após a criança aparecer com ferimentos na boca dentro de uma creche no município de Glicério.
Segundo informações registradas em boletim de ocorrência, o episódio aconteceu no dia 27 de fevereiro, quando o estudante teria sofrido um corte na região da boca enquanto estava na unidade de ensino infantil.
O caso só foi formalizado alguns dias depois, na quarta-feira (4 de março), quando familiares decidiram procurar a polícia após conversarem sobre o ocorrido com a direção da creche e também com representantes do conselho escolar.
De acordo com o relato registrado no documento policial, há a possibilidade de que o ferimento tenha ocorrido no momento em que uma professora realizava a limpeza da boca da criança.
Diante da situação, a Polícia Civil instaurou inquérito policial para esclarecer o que realmente aconteceu dentro da unidade escolar e verificar se houve algum tipo de responsabilidade pelo ferimento.
Em nota oficial, a Secretaria Municipal de Educação de Glicério informou que a prefeitura já determinou a abertura de um procedimento administrativo interno para apurar os fatos com rigor.
Segundo o comunicado, a administração municipal afirma que a investigação será conduzida com responsabilidade, transparência e garantia do direito de manifestação e ampla defesa das pessoas envolvidas.
A secretaria destacou ainda que situações envolvendo alunos da rede municipal são tratadas com máxima seriedade, ressaltando o compromisso da administração pública com a proteção, o cuidado e o bem-estar das crianças atendidas nas unidades escolares.
Por se tratar de um caso que ainda está em fase inicial de apuração, detalhes adicionais não foram divulgados até o momento. A prefeitura informou que novas informações poderão ser apresentadas conforme o andamento das investigações.
O boletim de ocorrência foi registrado como lesão corporal culposa, quando não há intenção de causar o ferimento.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.