FALTA DE SEGURANÇA

Não tem como trabalhar, desabafa lojista furtada 2 vezes em 1 mês

Por Pedro Dartibale | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Sampi/Franca
Reprodução/WhatsApp/GCN
Vidro da entrada do estabelecimento quebrado após furto
Vidro da entrada do estabelecimento quebrado após furto

Uma loja de calçados localizada na avenida Major Nicacio, 1.710, em Franca, foi alvo de dois furtos em pouco mais de um mês. A proprietária procurou o Portal GCN/Sampi para relatar os prejuízos e cobrar providências após os crimes, registrados em 17 de janeiro e novamente na manhã deste sábado, 28.

Segundo a comerciante, o primeiro caso ocorreu por volta das 6h às 6h30 da manhã, quando foi avisada de que a porta de blindex do estabelecimento estava quebrada. “Me ligaram dizendo que tinham passado lá e viram o vidro estourado. Quando cheguei, dei falta de bolsas que ficavam no balcão e de alguns pares de sapato”, relatou.

Na ocasião, a loja ainda não possuía sistema de monitoramento por câmeras, o que dificulta a comprovação de todos os itens levados. A empresária estima que só com a substituição da porta de vidro tenha gastado mais de R$ 2 mil. Além disso, precisou instalar câmeras de segurança, investimento que ultrapassou R$ 3 mil, e contratar vigilância noturna até a reposição do blindex, ao custo de R$ 150 por noite durante cinco dias.

Já o segundo furto aconteceu novamente durante o dia, nas primeiras horas desse sábado, 28. Desta vez, a comerciante conta que o autor levou o celular da loja, um iPhone X, além de chinelos e outros itens que estavam próximos ao balcão. “O prejuízo do blindex é maior do que o valor da mercadoria que ele levou. O celular ainda é mais barato que a porta”, afirmou.

Com o sistema de monitoramento instalado após o primeiro crime, a ação mais recente foi registrada pelas câmeras. As imagens já foram entregues à polícia.

A proprietária informou que registrou boletim de ocorrência nas duas ocasiões e que viaturas da Polícia Militar estiveram no local. “Eles já saíram atrás e ficou outra viatura comigo. Mas está muito difícil. Se continuar dessa maneira, não tem como a gente continuar trabalhando”, desabafou.

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