A volta às aulas em Franca chega com energia renovada, corredores novamente cheios e a certeza de que a educação municipal vive um de seus momentos mais consistentes e inspiradores. O reencontro entre alunos, professores e equipes pedagógicas marca o início de um novo ciclo de aprendizado, cuidado e construção de sonhos e futuro.
Mais do que retomar as atividades, a rede municipal inicia o ano letivo com conquistas concretas. Reconhecida e premiada, Franca consolida-se como referência em qualidade de ensino, investimento responsável e compromisso com o futuro das crianças.
Esse reconhecimento é fruto de um trabalho contínuo, feito com planejamento e dedicação. A rede foi destaque no Prêmio Excelência Educacional do Governo do Estado, com 13 escolas municipais premiadas pelo desempenho na alfabetização, além de receber reconhecimentos como o PAR e o Selo Ouro do MEC.
Reconhecimento que nasce da sala de aula
Os resultados aparecem também no desempenho dos alunos. Premiações na Olimpíada de Matemática da rede municipal e conquistas em concursos de redação mostram que o esforço coletivo se transforma em protagonismo estudantil e orgulho para toda a cidade.
Entre os avanços mais significativos está a implantação progressiva do ensino de inglês, iniciada em 2022. Neste ano de 2026, da Fase I ao 3º ano do Ensino Fundamental, 11.057 alunos terão contato com o segundo idioma desde os primeiros anos, ampliando horizontes e fortalecendo oportunidades. Tem mais: o avanço foi estendido também para as creches, com 3582 alunos fases I e II terão acesso ao estudo de inglês.
Outro marco é o programa Tempo Todo, criado em 2023 para oferecer educação em período integral às crianças da educação infantil que não estavam matriculadas nas creches-escola. Neste ano, o número de atendimentos foi dobrado, ampliando o acesso e fortalecendo o cuidado integral com as famílias.
Educação integral e inclusão como prioridade
O programa Tempo Todo ganhou projeção nacional ao integrar o Mapa de Experiências Inspiradoras do Ministério da Educação, reforçando que a inciativa de Franca se tornou exemplo de política pública bem-sucedida.
A inclusão também se consolida como pilar da rede municipal. A implantação do sinal sonoro com música, substituindo a sirene tradicional em 15 escolas, representa um avanço no acolhimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), criando ambientes mais sensíveis e respeitosos.
Cada medida reflete uma visão clara: educação de qualidade precisa ser, antes de tudo, humana. Respeitar o ritmo, a singularidade e as necessidades de cada criança é parte essencial do compromisso assumido pelo município.

Estrutura moderna para aprender melhor
O bem-estar também ganhou atenção especial. Em 2025, teve início o programa de climatização das escolas municipais, com implantação de climatizadores em 10 unidades, garantindo mais conforto térmico para alunos e educadores e favorecendo a concentração em sala.
A alfabetização na idade certa permanece como prioridade absoluta. Projetos como o Dia Diferente e a Aula Estendida beneficiam 12.825 alunos em 2025, reforçando o processo de leitura e escrita e fortalecendo a base educacional desde os primeiros anos.
A inovação também está presente no cotidiano escolar. O curso de Robótica atende 880 alunos, estimulando lógica, criatividade e pensamento crítico, enquanto as aulas de português e matemática com uso de notebooks tornam o aprendizado mais dinâmico e conectado às novas metodologias.
Mais apoio, mais cuidado, mais futuro
Para garantir acompanhamento individualizado e atenção às diferentes necessidades de aprendizagem, a rede ampliou o número de profissionais de apoio pedagógico. São 414 educadores atuando diretamente no suporte a 1.014 alunos, promovendo inclusão, autonomia e melhores condições de desenvolvimento.
Com escolas estruturadas, projetos premiados e uma equipe altamente qualificada, Franca reafirma que investir em educação é investir na cidade que se quer construir. Cada sala de aula representa uma semente de futuro.
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Comentários
1 Comentários
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Darsio 08/02/2026É difícil entender essa realidade. Governos e escolas de anos iniciais dizem que seus alunos vão muito bem nas avaliações externas, mas muitos quando chegam no sexto ano se quer sabem as quatro operações da matemática, além de apresentarem graves problemas de alfabetização. Precisaria haver maior transparência sobre a aplicação dessas avaliações. Alguma coisa não cheira bem!!!