EMPREENDEDORISMO

Abertura de empresas cresce 14% na região de Franca

Por Leonardo de Oliveira | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Sampi/Franca
Reprodução
Franca vista do alto: sobe o número de abertura de empresas
Franca vista do alto: sobe o número de abertura de empresas

A região administrativa de Franca registrou avanço expressivo na abertura de empresas em 2025, com desempenho acima da média do Estado de São Paulo. Dados da Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo) mostram que, ao longo do ano, foram formalizados 5.398 novos negócios na região.

O resultado representa um aumento de 14,1% em relação a 2024, quando a região de Franca registrou 4.733 aberturas.

Somente no primeiro semestre de 2025, a região contabilizou 2.640 empresas abertas, ante 2.239 no mesmo período de 2024, alta de 17,9%. O desempenho foi puxado principalmente por Franca, que concentrou 1.730 novos registros, frente a 1.359 no ano anterior. Cidades do entorno também apresentaram crescimento, como Batatais, com 142 empresas abertas (contra 122 em 2024), Pedregulho, com 35 (ante 25), e Cristais Paulista, que passou de 20 para 26 novos registros no período analisado.

O avanço acompanha uma tendência observada em outras regiões do interior paulista. Em áreas vizinhas, como a região de Ribeirão Preto, foram 11.248 empresas abertas em 2025, crescimento de 11,3% em relação a 2024. Já regiões como Bauru, Marília e Araçatuba também registraram altas superiores a 12%, reforçando o bom momento do ambiente de negócios fora da capital.

No cenário estadual, o ritmo de abertura de empresas também se manteve acelerado. Em todo o Estado de São Paulo, foram registradas 404.933 novas empresas em 2025, ante 368.159 no ano anterior, um aumento aproximado de 10%, segundo a Jucesp.

Segundo o Governo do Estado, os números são resultado de medidas de desburocratização e modernização dos processos da Jucesp, que reduziram o tempo médio para abertura de empresas e facilitaram a formalização, especialmente para pequenos e médios empreendedores.

O setor de serviços segue liderando as novas constituições, seguido por comércio e atividades ligadas à logística e à economia local.

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